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Gostaríamos de agradecer à alejandro88 criador da skin que foi editada para este RPG. Toda a trama, gráficos do fórum e sistemas tem direitos autorais dados aos administradores que trabalharam para construir tudo isso que é o Rises Of The Darkness hoje, cópias não serão aceitas e denunciadas, caso queiram saber como fizemos algum código ou onde pegamos nos pergunte não roube-os.

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Outubro
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Verão é uma das quatro estações do ano. Neste período, as temperaturas permanecem elevadas e os dias são mais longos do que os dias de outras estações. É uma época de muitas chuvas por causa do Sol.

Esquadrão de Reversores de Mágicas Acidentais

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Esquadrão de Reversores de Mágicas Acidentais

Mensagem por The Author em Qua Jun 24, 2015 5:25 am

Esquadrão de Reversores
Um cômodo retangular com paredes cores de pasteis, seus moveis são bem arrumados, com uma mistura de estilo executivo clássico e vitoriano. No centro há uma enorme mesa de salgueiro escuro com poltronas de couro onde os reversores podem se sentar e ler os casos em quê devem trabalhar. Nas paredes são postos quadros daqueles que se destacaram em seus cargos.
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Re: Esquadrão de Reversores de Mágicas Acidentais

Mensagem por Juliett Hertz Löhnhoff em Sab Nov 07, 2015 10:06 pm

I can admit, I am not fireproof. I feel it burning me


20.julho.82
ministério da magia
work 01
encerrado

O pior tipo de sentimento que o ser humano é capaz de desenvolver é o comodismo. Eles estagnam em um lugar achando que a situação não pode melhorar mais e não fazem esforços algum para que algo mude, nem que tal mudança seja mínima. A inércia os atinge e antes que se darem conta estão afundando, todo o progresso conquistado está em declínio novamente. Sem nenhuma vontade de lutar, acomodado com a vida que eles tem, sentados de braços cruzados, tendo uma conversa desanimadora com sua família. Sem nenhuma expectativa do futuro, eles se afundam em miséria. E quando eles se vêem diante da destruição total, desistem de tudo, da vida, dos sonhos, da felicidade. Quase me acomodei... quase desisti de tudo; mas lembrei-me de quem eu era. De quem eu sou. Despertei-me. A primeira coisa que fiz foi voltar a ativa. Um emprego? Claro, já estava mais do que na hora de ter algo fixo. Foi um boa escolha para iniciar uma nova fase.

Já havia jurado de pé junto que jamais trabalharia no Ministério da Magia por conta de sua inflexibilidade e formalidade; não era compatível comigo em nenhum ângulo. Em todas as minhas visitas eu me encontrava com uma quantidade alarmante de semblantes estressados, e todas as vezes eu repetia para mim mesma "Não quero isso para mim, jamais". Cheguei a estagiar no St. Mungus - um ano o qual pude conviver diretamente com a carreira de medribruxaria -; mas claramente não era meu lugar. A maioria já havia chegado, mas com ela nenhuma decisão sólida havia se formado a respeito de minha vocação. Pesquisando então, deparei-me com um departamento um tanto quanto peculiar do ministério da magia britânico; minhas boas notas nos N.I.E.M.s. me garantiram de primeira o cargo cujo o objetivo principal é reverter e reparar os acidentes causados por magia por todo território do Reino Unido. Resumindo: não iria ficar o dia inteiro dentro de um cubículo rodeada de pessoas estressadas e papéis.

Me sentia estranhamente nervosa, o estômago estava agitado e um frio anormal percorrendo meu corpo, mesmo que estivesse consideravelmente quente para Londres. O local, como sempre, estava cheio de bruxos que chegavam a todo instante, todos apressados e carrancudos demais, cansados do estresse do trabalho diário; também tinha alguns que tiravam fotos a todo instante, sorridentes e curiosos, esses notoriamente eram visitantes. Os domínios do Ministério da Magia Britânico eram sempre lotados desse jeito, e pelo visto eu teria que me acostumar a atravessar e esbarrar por tanta gente. Suspirei quando finalmente cheguei ao elevador, me espremendo entre os bruxos e suas pastas. O elevador deu um solavanco e começou a sacudir rangendo alto. Eu estava acostumada o suficiente com os elevadores trouxas para admirar o quanto eles são inteligentes, mesmo sem magia. Os trouxas, pelo menos, fizeram um elevador que não estremecia do chão ao teto quando parasse em um andar.

A primeira coisa que vi quando o elevador abriu a porta no nível três foi um homem vindo rapidamente em minha direção; eu tive que me espremer um pouco na parede caso não quisesse ser atropelada. Ele passou por mim como um furacão, os passos apertados e a expressão distante e preocupada. Deveria ser um membro do esquadrão já encaminhado para algum serviço. Havia diversas portas no corredor, cada uma com uma placa indicando sua divisão; mais a frente, no espaço principal, ficava o Esquadrão de Reversão e Central de Obliviação. Lorenzo, o chefe do departamento, deveria já estar na sala a minha espera, pronto para as boas-vindas e a primeira missão. Ao me aproximar da porta, elevei a mão até a porta e bati delicadamente três vezes seguida. Uma voz masculina e abafada soou lá dentro, pedindo que entrasse. Minhas mãos contornaram a maçaneta e logo a girei, empurrando a porta sem muito esforço e tendo a visão da ampla sala com uma mesa circular. Lorenzo era o único bruxo na sala, e não demorou-se a caminhar até mim com a mão estendida. Formalmente, apertei-a por breves instantes antes de deixar a mesma caída ao lado de meu corpo. — Prazer em revê-lo, senhor — digo. O homem acenou com a cabeça e convidou-me para sentar. Ele era sério demais, um senhor já de idade avançada que parecia não ver a hora de se aposentar.

Ocupei a cadeira indicada por ele, uma que continha uma folha de pergaminho com um texto bem pequeno escrito com letras garranchosas. — Essa é uma denúncia de que metade de um parquinho infantil fora destruído em Bristol, leia e entenderá melhor. Apenas faça o que sabe que tem que fazer. Volte em uma hora, tenho outro serviço pra você — suas mãos arrastaram o pergaminho para mais perto de mim, em seus lábios tinha um sorriso discreto; podia sentir que seus olhos ainda esperavam eu demonstrar minha capacidade. Era notório o fato que a dureza no primeiro dia era uma farsa; queria saber o quão boa eu era com a pressão em meus ombros. Não sabia se meu fracasso seria sua diversão, mas não mostraria isso para ele. Esboucei um sorriso e acenei com a cabeça, não deixando me abater com a expectativa do teste. Lorenzo se retirou da sala, deixando-me sozinha para analisar o problema. Li a carta apenas uma vez, era um homem relatando que ocorrera um descontrole de magia na vizinhança e que o alvo foi um parquinho infantil, ele não sabia dizer os causadores do estrago. Guardei a carta no bolso de minha jaqueta e me levantei, aparatando para o endereço que a carta informava.

O clima frio de Bristol me atingiu de forma cruel. Apesar da jaqueta, minhas vestimentas não me ofereciam o calor necessário e em poucos segundos eu estava tremendo. Balancei meu corpo, tentando não criar obstáculos para fazer um trabalho bem feito. Não iria ficar muito tempo ali, e talvez conseguiria ignorar um pouco aquele frio. Levantei o pé direito, tocando com a ponta dos dedos na borda da bota até que encontrasse minha varinha. A puxei, posicionando-a para cima, com o braço levantado. — Repello Mugletum — proferi primeiramente para que os trouxas se mantivessem afastados do local, assim um trabalho bom seria feito sem preocupações. — Repello Aparatio — falei de forma clara e abaixei os braços. Me virei para o parquinho vendo a destruição causada. Uma grande cratera havia quebrado quase todo o chão do local, lá dentro tinha algo verde fumegando, mas não era nada além de faíscas. O balanço estava torto e soltava uma faísca verde estranha, assim como a maioria das coisas ali, desde os bancos até uma casinha pequena de madeira. A faísca estava mais para uma chama mágica, um fogo estranho que exalava magia e qualquer um poderia notar isso. Apontei minha varinha primeiramente para a cratera. — Aguamenti — quando o jato de água saiu da ponta de minha varinha, a direcionei para a esquerda, apagando também aquela chama dos outros locais.

Após ter terminado, comecei a reparar. — Reparo Totalus! Reparo! Reparo! — dizia fazendo com que as tábuas de madeiras da casinha se reerguessem e fixassem no chão novamente. O telhado fora reformado e tudo estava em ordem. Me virei para o escorrego, apontando a varinha para suas partes quebradas. — Reparo! Reparo Totalus! Reparo Totalus! — minha voz saia um pouco tremida, mas as palavras eram claras e o feitiço era executado com sucesso. Me virei para o escorrego e para os bancos, repetindo o mesmo processo com os dois feitiços, pronunciando pausadamente e alternando seu uso. O processo de restauração estava quase completo, o chão quebrado já estava devidamente concertado. Era satisfatório transformar o caos em algo novo. Mesmo com frio, permiti-me sorrir. — Reparo! Reparo! — fiz os últimos ajustes antes de fazer uma análise mais criteriosa do local, em busca de mais indícios de mágica e destruição. Felizmente, não encontrei, então apontei a varinha para o alto e disse: — Finite Incantatem! Finite Incantatem! — as duas barreiras mágicas criadas por mim foram desfeitas. Agora o parquinho havia sido restaurado e estava pronto para o uso das crianças. Olhei a minha volta, vendo que estava sozinha, então aparatei.

A sala do esquadrão estava vazia, o que causou certa desconfiança em mim. Olhei para o meu relógio de pulso, percebendo que havia perdido cerca de quarenta minutos com a restauração. Embora o trabalho tenha ocupado mais tempo do que eu imaginava, ainda estava dentro do prazo estipulado. Sai da sala e me dirigi para a sala do chefe do departamento. Bati na porta e pude ouvir a voz abafada de Lorenzo me mandando entrar. Girei a maçaneta devagar, abrindo cautelosamente a porta e deixando com que a ampla sala entrasse em meu campo de visão. — Tudo limpo em Bristol, senhor - comunicou, formalmente, parada ainda em frente a porta. — Certo... Resignei a tarefa de lhe ajudar com o relatório a um membro do esquadrão, ele já deve estar chegando de sua missão, só aguardá-lo. - acenei positivamente com a cabeça, pedindo licença antes de voltar a fechar a porta. A ansiedade continuava dentro de mim. Aquela expressão dele era de que fizera um bom trabalho ou não? Céus, odiava me sentir nervosa. Tudo que pude fazer foi pegar um café e voltar para a sala do esquadrão.

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