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Gostaríamos de agradecer à alejandro88 criador da skin que foi editada para este RPG. Toda a trama, gráficos do fórum e sistemas tem direitos autorais dados aos administradores que trabalharam para construir tudo isso que é o Rises Of The Darkness hoje, cópias não serão aceitas e denunciadas, caso queiram saber como fizemos algum código ou onde pegamos nos pergunte não roube-os.

Botões por Valhalla Is Our Kigndom, não são permitidos cópias ou tirar seus créditos para uso próprio, por favor respeite as regras.

Parte de nosso contéudo foi criado pela equipe do Hogwarts Is Alive e concedido para uso deste RPG, da mesma forma, caso ocorra de roubos ou uso deste contéudo em outros RPG poderemos denunciar, plágio é crime, crie seu próprio contéudo.

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Outubro
Max 20º Min 13º
Verão é uma das quatro estações do ano. Neste período, as temperaturas permanecem elevadas e os dias são mais longos do que os dias de outras estações. É uma época de muitas chuvas por causa do Sol.

Primeira Aula

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Primeira Aula

Mensagem por The Author em Sex Jul 03, 2015 6:47 pm

Sala de  Aula
É retangular e agradável, com uma janela na parte traseira do recinto que permite uma grande iluminação no recinto, ainda mais que os candelabros nas paredes altas. A sala dispõe de arquibancadas em suas laterais, com bancadas úteis, para que os alunos possam se acomodar e assistirem a aula que os professores lhe proporcionarão sobre um enorme tablado. Seu espaço é completamente favorável para a prática de feitiços.
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Re: Primeira Aula

Mensagem por Charlotte O. Cunninghan em Sex Nov 13, 2015 5:04 am

HOGWARTS PRIDE
"Draco Dormiens Nunquam Titillandus."
Debaixo dos lençóis macios e convidativos, Charlotte ouvia o despertador matutino lhe acordar em forma do leve cantarolar dos pássaros, sem mencionar o espectro de luz que teimava a adentrar em seu aposento, perturbando seus olhos que tentavam se selar, acomodada no leito.  Ela estava demasiadamente cansada, principalmente por ter passado a noite anterior aprontando a sala de aula do modo que facilitaria a aprendizagem lúdica. Mesmo encontrando-se num estado tão exausto, sabia que deveria demonstrar responsabilidade.  Sendo assim, ela soltou um grunhido quase primitivo, não tardando a se arrumar e descer para o Salão Principal, a fim de juntar-se com os demais.
Seus olhos caminhavam por entre os alunos presentes na mesa da Corvinal, buscando cabelos ruivos e um infantil rosto sardento.  Por ora, não a via por ali.  Decididamente cansada de sua procura falha, ela tentou prestar atenção num mingau de consistência duvidosa que estava na tigela a sua frente.  Charlotte decidiu que era linda demais para preocupar-se com o corpo e saudável demais para preocupar-se com o organismo, então encheu-se de uma grande quantidade de glicose, carboidratos, enfim, até seu abdômen aparentar certo inchaço.  Ela arqueou a sobrancelha para tal parte do corpo e torceu para que diminuísse até a sua chegada no recinto acadêmico.
Ela se ergueu apressadamente e caminhou para se preparar à iminente aula, visivelmente adiantada.  A jovem, sentada na cadeira, esperou calmamente que o toque soasse e que os alunos adentrassem.
― Hello, daddy.  Hello, mom.  I am your ch-ch-ch-ch-cherry bomb. ― Cantarolava imperceptivelmente até que o primeiro aluno chegou.  Charlotte preferia bandas trouxas ao invés das bruxas estilo “As Esquisitonas”, só em pensar nelas teve de evitar um leve revirar dos olhos. ― Bem, olá, alunos. ― Proferira ela, assim que notara que todos alunos já estavam presentes, e que alguns lançavam olhares curiosos a decoração peculiar do recinto.  Todavia, que todas as mobílias estavam apenas num lado da sala. ― Sou a professora Charlotte Oberyn Cunninghan, mas devem me chamar de Srta. Cunninghan, sabem, por mera formalidade.
Charlotte ergueu-se da cadeira e caminhou até em frente à mesa, fitando os alunos ansiosos.  Um sorriso se ocultara na extremidade de seus lábios.
― Como sabem, a matéria de Feitiços exige de vocês extrema disciplina, visto que é algo que os bruxos usam dia-a-dia.  Suponho que poucos leram o livro e, provavelmente, alguns não cresceram em famílias puras ou mestiças, sabendo pouco sobre a bruxaria em si. ― Dizia Charlotte, com um semblante estranhamente sério devido ao trabalho e responsabilidade. ― Mas existem diversos tipos de feitiços.  Existem feitiços convocatórios, feitiços estuporantes, afins.  Gostaria que praticássemos um feitiço em particular.
Ela caminhou até uma parte da sala, onde encontrava-se um boneco de madeira.  Charlotte pusera relaxadamente o braço nos ombros de tal objeto, observando os alunos com uma calma quase palpável.  
― Bem, conheçam o Dionísio. ― Dissera ela. ― Ele será de extrema importância na aula.  É um boneco encantado... Ah, sim, por acaso alguém poderia me dizer o que é um encantamento? ― Esperou calmamente que um aluno respondesse correto. ― Dez pontos para a sua casa.  ― Logo continuou: ― Enfim, o Dionísio lançará mini-patinhos de borracha, do qual deverão destruí-lo com o feitiço “reducto”.  Permitam-me fazer uma breve demonstração.
Charlotte sussurrara uma palavra em latim à Dionísio, após, fez um aceno com a mão, exigindo através do gesto que os alunos mantivessem distância e, assim, obedeceram.  A jovem bruxa ergueu a varinha graciosamente e esperou até que o boneco lançara o primeiro mini-patinho de borracha.
― Reducto! ― Dissera ela, observando a borracha fragmentar-se. ― Viram? Agora façam uma fila, que irá um por vez, mantenham um braço de distância de quem estiver na frente, e comecem.  Ah, por favor, tentem não destruir a sala. ― Acrescentou por fim, com um sorriso confiante.
Charlotte observou os alunos falharem, errarem os alvos e berrarem contra o pobre Dionísio.  Tentou ajudar ao máximo todos, dando dicas, demonstrando como movimentar-se e prestar a devida atenção.  O boneco de madeira lançava os mini-patinhos lentamente, de modo que seria quase impossível errar o alvo, a real dificuldade era conseguir executar com precisão o feitiço.
A jovem os observava com atenção, inclinando levemente a cabeça, tentando não franzir o nariz, e demonstrando-se mais calma do que jamais esteve.
Após longos minutos de treino, de tentativas, de sucessos e falhas, o sinal tocou em indício a próxima aula e os alunos pegaram as suas mochilas.  A sala estava intacta.
― Pessoal, quero que leiam um pouco sobre feitiços convocatórios e treinem para a próxima aula. ― Dissera ela.
Logo, eles puseram-se em retirada, deixando Charlotte para trás.  Se a pequena figura de cabelos ruivos estava em sua aula, a jovem mal notara.  
Não tardou muito até que o longo dia finalizasse e ela também saísse dali.

”informações importantes”:
Regras da Aula
- A aula deve ser postada até o dia 28/11, caso tenha algum post após esta data, posso exclui-lo sem consentimento e sem necessidade de aviso.
- Meu critério usado para avaliação. Criatividade: 2. Ortografia: 3. Inovação: 2. Concordância: 3.
- Também deve se usar o template padrão, caso não o use, tenho completo direito de apagar seu post sem consentimento ou necessidade de aviso.
- Eu exijo no mínimo vinte e cinco linhas no post, e também que faça uma leve introdução antes da sua chegada na sala de aula. Apesar de estarmos em Hogwarts, não tem como você surgir magicamente na sala de aula, seja coerente.
- Não use cores gritantes nas suas falas.
- Não copiem as minhas falas, pois, para mim, deixa o texto cansativo e fará com que perca pontos.
- Palavras de baixo calão não são permitidos.  Caso queira que seu personagem profira um, faça por exemplo:” Fulano murmurou um palavrão baixinho”.

Desta Aula
- Atitudes desrespeitosas acarretarão na perda de pontos.
- Interajam e sejam criativos.

Pontos da Aula
- Cinco pontos para a casa do aluno que postar primeiro.
- Dez pontos para a aula mais criativa.
- Dez pontos para a aula mais bem escrita.
- Dez pontos para quem responder à pergunta sobre encantamento primeiro, de forma correta.
- Menos cinco para o post do aluno que não demonstrar ser um aluno de 1985.



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Charlotte O. CunninghanProfessor de Hogwarts

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Re: Primeira Aula

Mensagem por Barnabás Wiliamson Black em Dom Nov 15, 2015 6:29 pm

SLYTHERIN PRIDE
"Or perhaps in Slytherin, You'll make your real friends, Those cunning folk use any means, To achieve their ends."
O  soco atingiu em cheio o rosto do rapaz, logo seguido por um chute na área de seu abdômen, os garotos golpearam-no mais uma vez, o sangue escorria pela boca de Barnabás que estava caído no chão. Por um minuto tudo parou, notou que os meninos estavam amedrontados por alguma criatura, isto era claro por seus gritos, tratava-se do Barão, o fantasma trouxe com si o frio a Torre do Relógio, olha para o moreno com uma face de desgosto ao rapaz, demonstrando a vergonha por o ver caído no chão de pedra.
– Da próxima vez que o encontrar nesta situação espero que esteja ganhando. – A figura ambulante se afastou lentamente, deixando o rapaz no chão frio, Barnabás se colocou de pé, olhando o arredor mancou com dificuldade para longe, em busca de voltar para a sua comunal.

Após se recompor o garoto se guiou para sua comunal, tinha de buscar seus indispensáveis livros de feitiço caso não quisesse perder sua primeira aula, concordava que o material era indispensável, mas seus braços sentiam uma imensa dor pelo fato do peso de sua bolsa. Recolheu também sua varinha que estava escondida embaixo do cochão, isto servia para Victória sua gata não ficar brincando com o objeto.
Tomou seu caminho para a sala de aula, levou um bom tempo para entrar em concordância com as escadas do castelo, só conseguiu tomar acesso ao segundo andar após ter ajuda de alguns sonserinos do sexto ano, os meninos pareciam já terem se familiarizado com o complicado sistema adotado pelo castelo que tanto trazia confusão para a cabeça de Barnabás.

Empurrou com cuidado a imensa porta da sala de feitiços, ao tomar acesso a sala notou que a professora cantarolava, não deixou a risada fugir dos seus lábios e se pôs a ficar de pé junto ao grupo da Sonserina, os moveis estavam postos apenas de um lado da sala, de forma que houvesse bastante espaço no resto do cômodo.
A docente se colocou em pé, a mulher de cabelos morenos e rosto angelical começou a explicar sua matéria, Barnabás tentou prestar atenção por algum momento, gostava de feitiços, mas em sua maioria de praticá-los, acreditava que na teoria não iria se sair bem, mesmo que soubesse de sua importância.
Demorou a se notar a presença de bonecos feitos de madeira na sala, pareciam-se muito com os que seus primos usavam para praticar feitiços das trevas em sua mansão, ficou ansioso, não podia esperar para praticar, contudo imaginava que passaria vergonha ao errar, algo que o deixava com um pé atrás.
– Um encantamento não altera as propriedades do assunto do feitiço, mas adiciona, ou muda, propriedades. Transformar uma colher em uma serpente seria um feitiço, mas fazer a colher dançar seria um encantamento. – Explicou o rapaz ao receber a fala da professora, mesmo sendo muito ruim na teoria de feitiços, era um bom bruxo e sabia daquilo desde seus estudos primórdios de magia.

Logo depois da professora demonstrar o que deveriam fazer os alunos formaram uma fila para iniciar a desintegrar patinhos de borracha, um por um ia praticando o feitiço quantas vezes fosse preciso para acertar, Barnabás não estava preocupado com sua mira, ela era esplêndida, mas colocava sua confiança para trás ao ter de praticar o feitiço com total sucesso.
Ver o erro nas tentativas de seus colegas o acalmava, não negava o fato de era engraçado a forma que tanto acabavam mirando em coisas como janelas e livros os levando a serem destruídos pela magia, isto parecia desagradável à professora que teria de limpar tudo depois.

Ao chegar sua vez segurou com a maior força possível sua varinha em mãos, um grupo de corvinos – os mesmos daquela manhã – riram com gosto do rapaz que tremia naquele momento, apesar disto, Barnabás estava muito concentrado em pronunciar de forma correta o feitiço para pensar em revidar a gozação.
A ave de borracha foi atirada na direção do rapaz que mirou no objeto e recitou o feitiço com determinação: – Reducto! – O feitiço ricocheteou na parede, desviando em direção a janela próximos aos corvinos no canto na sala que antes riam do rapaz, o grupo foi atingindo por estilhaços de todos os lados levando um a se machucar na área do braço.

Com o garoto levado para a enfermaria Barnabás recebeu mais uma chance de tentar praticar o feitiço com sucesso. – Vamos, você consegue. – Murmurou o rapaz para que apenas ele pudesse ouvir, ergue sua varinha e se preparou para usar novamente o feitiço contra aqueles patinhos de borracha. – Reducto. – Mesmo com toda está preparação o patinho de borracha foi acertado sem sucesso, ele continuou intacto, e o garoto atrás de Barnabás preparou-se para tomar seu lugar.
– Espere, me dê mais uma chance, eu irei conseguir. – A professora não recusou seu pedido, apenas acenou para que o garoto completasse sua tarefa. O boneco de madeira voltou a soltar um patinho de borracha, Barnabás fez um movimento com sua varinha e pronunciou mais uma vez: – Reducto. – O objeto foi desintegrado com sucesso, fazendo não restar nem sequer um resquício de sua borracha amarela.

Ao encerramento da aula o Black foi um dos últimos a se retirar da sala, antes precisou se assegurar de sair junto a um membro de sua casa para não ser novamente levado a apanhar daqueles garotos, certamente estava amedrontado, mas não demonstrava isso.
Junto a alguns sonserinos voltou para sua comunal, precisava terminar alguns trabalhos para as próximas aulas e estava cansado como nunca, tratava-se das primeiras semanas de aula contudo não tinha se adaptado às aulas.
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Barnabás Wiliamson BlackCasa de Slytherin

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Re: Primeira Aula

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