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Gostaríamos de agradecer à alejandro88 criador da skin que foi editada para este RPG. Toda a trama, gráficos do fórum e sistemas tem direitos autorais dados aos administradores que trabalharam para construir tudo isso que é o Rises Of The Darkness hoje, cópias não serão aceitas e denunciadas, caso queiram saber como fizemos algum código ou onde pegamos nos pergunte não roube-os.

Botões por Valhalla Is Our Kigndom, não são permitidos cópias ou tirar seus créditos para uso próprio, por favor respeite as regras.

Parte de nosso contéudo foi criado pela equipe do Hogwarts Is Alive e concedido para uso deste RPG, da mesma forma, caso ocorra de roubos ou uso deste contéudo em outros RPG poderemos denunciar, plágio é crime, crie seu próprio contéudo.

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Outubro
Max 20º Min 13º
Verão é uma das quatro estações do ano. Neste período, as temperaturas permanecem elevadas e os dias são mais longos do que os dias de outras estações. É uma época de muitas chuvas por causa do Sol.

Primeira Aula

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Primeira Aula

Mensagem por The Author em Seg Jul 06, 2015 7:12 pm

Sala de Aula
A desejada aula de voo é exercida no campo de quadribol, todavia, que é uma aula totalmente prática e que, naturalmente, necessita de uma grande quantidade de espaço.  O solo do campo possui uma grama verde e bela, enquanto nas suas laterais tem balizas, enquanto o local é rodeado por várias arquibancadas.  Muitos dos alunos adoram a aula pela liberdade de voar na imensidão do campo de quadribol, outros simplesmente a detestam por sentirem vertigens nas alturas.  Há muitas opiniões veementes sobre ela, isto pode-se afirmar.
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Re: Primeira Aula

Mensagem por Amarilys Loyhs Herondale em Qui Nov 12, 2015 3:14 am

Aula I
O que é preciso para voar?
O primeiro dia de aula aproximava-se brilhante como os raios de sol insistentes que tentavam a todo custo iluminar o quarto de Amarilys. A moça teve uma péssima noite de sono, iria demorar até que a morena se acostumasse novamente à rotina de Hogwarts. Os costumes galeses estavam gritando dentro dela. Na verdade, o sobrenome Herondale era o que mais pesava. Os Herondales sempre buscaram liberdade, mesmo porque durante muito tempo a família acreditou-se amaldiçoada e, com mais ou menos intensidade, esse mito ainda perdura.

Felizmente a preguiça da jogadora e agora professora foi-se rápido, ela pulou da cama, acordou com uma disposição razoável para o horário, não reclamou, pois já estava habituada a dormir pouco, embora bem soubesse que essa atitude não era uma atitude para ninguém seguir de exemplo.
Tomou uma ducha rápida, escovou os dentes, parando alguns minutos em frente ao espelho, embora suas horas de sono tenham sido escassas na noite anterior, seu corpo não apresentava sinais. Certamente, por causa do entusiasmo que turbinava suas veias.
Vestiu-se com calças de couro preto com listas verdes e vermelhas – sem nenhuma espécie de apologia -, e uma blusa no mesmo estilo, aquela roupa a destacava; parecia Boadiceia, e a moça não negava que sentia muito orgulho disso. Ao terminar de vestir-se lembrou-se das noites gloriosas que passava ao lado dos companheiros do Caerphilly Catapults.

Desceu para o Salão Principal, estava quase deserto, exceto pela presença de alguns fantasmas que tentavam brincar com a comida que os elfos preparavam. Não podia deixar de rir do Barão Sangrento, embora o velho senhor, que dava a mesma impressão de estar coberto de sangue sempre, olhasse torto para a mulher.
- Barão, aproxime-se. – Disse Amarilys mantendo o tom de voz normal. O Barão arrastando as correntes e a contragosto aproximou-se.
- A problemática senhorita Herondale... – Disse ele com um tom de deboche explicito. – O que deseja?
- Essa é sua maneira de dizer que me adora, caro fantasma? – Disse ela com uma sobrancelha levantada.
Ele expressou algo como um sorriso de canto.
A moça respondeu com ar vitorioso.
- Seus serviços de fantasma em minha primeira aula!
-Porque espera que eu aceite sua “proposta”? –perguntou em um tom desafiante.
A professora levantou-se, com um sorriso radiante.
- Certamente o fantasma mais assustador de toda Terra não irá querer perder a chance de “assustar” um pouquinho os novatos no Campo de Quadribol, ou será que estou completamente enganada? – disse a moça olhando para o fantasma, que parecia, agora, considerar muito a ideia.
Ele revirou os olhos, e fez como se lixasse as unhas, mantendo aquele ar superior característico.
- Talvez, aja uma possibilidade bem remota de minha presença assustadora aparecer por lá, para levar o ingrediente que essas alunas precisam...
-  Ah, claro, claro... Não esqueça de levar seu amigo... Disse levantando-se ele olhou para Amarilys sem entender pantufas de nada. -  O Pirraça!
A moça pegou a maçã que havia mordido e saiu do salão, tinha muitas coisas para providenciar ainda.

   
¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨¨
Uma hora depois e Amarilys já estava com tudo planejado e pronto. Quadribol para ela era como respirar.

Os alunos estavam todos concentrados em uma roda de conversa animada no meio do campo esperando a chegada da nova professora. Uma parte deles estavam de pé tamanha a ansiedade, outros permaneciam sentados na grama e tinham aqueles que pela expressão facial já demonstravam não querer estar ali, a Herondale entendia bem esse sentimento.
Observar eles ao longe fazia Loyhs sorrir.

Adentrou o campo correndo, com alguns materiais na mão, dentre eles um exemplar de capa verde e letras amarelas, velho e surrado de Quadribol através dos séculos, e os outros sendo carregados por um elfo.

Ao chegar próximo o bastante para ouvir o que eles falavam, não conseguiu deixar de registrar mentalmente que alguns meninos e meninas comentavam da primeira impressão que obtiveram da professora na cerimônia de abertura. Mas, ao ser notada por eles, houve trinta segundos de silencio, para alguns, perturbador. Enquanto permaneciam em silencio muitos olhavam para os materiais, outros para o elfos e havia ainda aqueles que fitavam Amarilys. A recíproca foi verdadeira, mesmo que rapidamente ela tentou olhar seus queridos alunos.
Foi ela quem quebrou o silencio de uma maneira firme e segura de si.
- Bom dia meninos e meninas! – Disse memorizando os rostinhos presentes ali. – Como já foi dito na cerimônia de abertura sou a senhorita Amarilys Loyhs Wayland Herondale, mas podem me chamar apenas de Amarilys ou Loyhs.... Como preferirem e lecionarei voo esse ano para vocês. – continuou: -Nossas aulas serão bem dinâmicas e espero que vocês gostem essa loucura toda chamada Quadribol!- A professora olhou para o elfo e para as vassouras e com um sinal de cabeça liberou o pobre coitado de ter que ficar ali esperando. -- Antes de ser professora sou jogadora de Quadribol, talvez vocês tenham indagado se me conheciam de algum lugar, - fez uma pausa para observá-los, andando de um lado para outro do campo a passos firmes. -  Ou não, mas se a resposta for sim isso ocorre porque faço parte do time Caerphilly Catapults. – Disse ela com brilho no olhar. -  Esse time formou-se em 1402, muito antes de qualquer um de nós aqui presente imaginar nascer! – brincou, tentando captar o olhar e à atenção de todos. - E nós possuímos 18 vitórias até agora... – Fez uma pausa para poder respirar e controlar a boca para não falar demais das aventuras que viveu. - Honestamente? Não é pouco, mas espero que venham mais!

Ela observou que alguns queriam saber mais sobre isso, outros se perguntavam quando a aula realmente iria começar. Amarilys por dentro fazia a mesma pergunta, contudo primeiras aulas necessitam uma espécie de introdução para que o aluno seja capaz de falar e conhecer um pouco mais sobre o que falamos.
- Pessoal, essas histórias todas são ótimas e teremos mais tempo e espaço para falamos delas, mas agora não quero saber do Catapults, quero ouvir vocês. – Loyhs disse com um sorriso. -  Porém, antes de mais nada formem uma roda em meu entorno– Disse a moça marotamente. – Mas, procurem não se acomodar muito, porque trouxe alguns amigos especiais que colocaram todos vocês para mexerem muito. - Às vezes, Mar, sabia bem como ser louca, pelo menos essa era a impressão que passava.  - Digam-me, primeiramente os seus respectivos nomes e o que vocês entendem por essa “coisa” chamada Quadribol?
A morena aguardou pacientemente que todos concluíssem a fala e procurou memorizar todos os nomes, o que não seria tão complicado assim.
- Vocês deram belas respostas meninos... – Disse ela pegando o livro de capa verde favorito.   – Quadribol, meus amores está longe de ser apenas um esporte... Nesse livro aqui, tem várias técnicas, vários nomes complicados de times, defesas, ataques e vassouras, mas ele vai mais além... – Disse levantando-se, porém fazendo sinal para que os alunos continuassem onde estavam. – Esse livro nos fala que independentemente das regras se você jogar com amor e determinação você será o melhor, pois fez tudo o que podia para vencer. – a Herondale soltou um suspiro pesado e continuou:
- Do mesmo modo que fomos inventando o jogo ele nos inventou, pessoal... O Quadribol une os bruxos e bruxas independente de sua condição social, fazendo todos compartilharem momentos de euforia, vitória, desespero, medo...      
Foi até o amontoado de vassouras que trouxera e pegou a sua vassoura, uma Nimbus 1000, fabricada em 67 é o xodó dos jogadores profissionais, e Loy tinha um exacerbado apreço por ela. Ficou passando a vassoura de uma mão para outra de maneira coordenada e rápida.  
- Por isso, meus caros, jogar Quadribol está além de ter bom controle do instrumento, creio que o segredo está em seguimos nossos instintos, acima de tudo. Amarilys é aquele tipo de pessoa que fica extremamente inquieta quando o assunto é estar em campo. Então, ainda com a vassoura em mãos saiu do centro do circo e começou a andar em torno dos alunos, assim sua voz circularia melhor.
-Vocês devem estar se perguntando, se não estão, deveriam porque nós bruxos temos tanto interesse em voar? E porque demônios utilizamos vassouras para isso? – indagou. Essa pergunta pairava na sua mente sempre quando era estudante.
-Alguém se arrisca a dizer uma resposta para essas perguntas? – Esperou pacientemente. Observou que os alunos se entreolharam, decerto esperando que alguém se manifestasse
 
Depois de certo tempo a moça continuou a explicação:
- Pois bem, nós bruxos somos muito curiosos e dificilmente nós contamos, buscamos sempre passar os limites, concordam?  Vejam não existem feitiços que nos façam voar, no máximo uma levitação aqui outra acolá e fim. Alguns usam como subterfúgios animais... – Ela fez uma pausa imaginando, certamente, alguma situação indesejada.  – Mas, se você transfigura-se em um morcego ou em qualquer ave, com o cérebro tão pequeno com certeza vai esquecer aonde queria ir no momento que abandonar o chão! Não tentem isso em casa, meninos. – Disse marotamente.  – Eis que surge a grande solução para a nossa vontade de voar como um pássaro sem ficar com o corpo cobertos de pelos: a vassoura – sorri. – A velha e boa vassoura! É tão natural todos nós temos uma vassoura em casa que não paramos para pensar a respeito dela ser o único meio de transporte aceito e não um tapete voador, como no oriente, ou carro como os trouxas. – Ela retornou ao centro da roda, agora olhando para seus alunos  – A resposta, como sempre está debaixo dos nossos narizes! Primeiro, se fosse algo muito espalhafatoso como um carro, poltrona ou barril despertaria a curiosidade dos trouxas... Imaginem a confusão se vocês saíssem por aí em um carro voador... – Ela balançou a cabeça negativamente tentando apagar a imagem de sua mente, embora fosse super engraçado.  - Quebrando nosso Sigilo, coisa que ninguém procura, pois isso daria uma confusão que apenas a Santa Morgana daria um jeito. Oras, pensemos: se queremos manter um meio de transporte em casa ele tem que ser discreto e não ocupar espaço, correto?   – Perguntou retoricamente e viu cabeças se movimentarem positivamente.    
 -Por isso a vassoura é nossa melhor opção! –Disse ela com um sorriso radiante com a vassoura por perto.
-Agora, chega de papo, vamos a prática! Pois, Quadribol sem pratica é tempo perdido! – Disse ela enquanto organizava os garotos em pé, em fileira, ficaram alguns para direita outros para a esquerda e colocava ao lado deles uma vassoura.  – Se não comentei antes, fiquem sabendo que essa matéria 70% resume-se a prática e 30% a parte teórica.

Quando todos estavam arrumados, Amarilys retomou a palavra, uma vez que a ideia da prática deixou-os animados.
-Vocês falaram o que esperavam do Quadribol, eu falei um pouquinho sobre mim e uma breve introdução sobre a história das vassouras... – Disse passando o olhar por cada rosto.   – Por isso, pirralhinhos é hora de praticar!
A Herondale ficou de frente para os alunos certificando-se que eles prestavam atenção.
 - Reparem que cada um de vocês está ao lado de uma vassoura, a nossa experiência hoje envolve um pouco de controle e uma pouco de instinto, bem como eu havia falado mais cedo. – explicou calmamente.
- Para que a mágica aconteça com a sua vassoura, é preciso ter calma e uma voz controlada, para que ela entenda o seu comando. – disse.   – Assim, observem! – disse colocando a mão no mesmo alinhamento da vassoura   – SUBA! – Disse com a voz controlada e calma. O instrumento rapidamente foi para a mão da professora Herondale.
 - Quero que vocês treinem, alguns terão dificuldade na primeira vez, mas, persistam. Achem o tom que agrada sua vassoura e estabeleçam uma espécie de conexão. Depois disso, tudo ficará mais fácil, se é que podemos dizer assim... – Disse a mulher com um “quê” de dúvida, essa perspectiva de “mais fácil” no Quadribol não existe.
A moça observou seus alunos, dando atenção individualizada aos que possuíam mais dificuldade e parabenizando-os. Após, essa fase de treino I, a moça bateu as palmas para chamar a atenção da turma
 - Muito bem, parabéns a todos! Agora, vamos para a parte dois... – disse para preparar os alunos.   - Lembrando que muitos podem já saber fazer isso a muito tempo, mas podemos ter aqui pessoas que não tem tanto contato com vassouras... Voo e afins. – Explicou para os ditos cujos impacientes.
 - Subam em suas vassouras, tentem controlar a volta e aterrissem. – Ordenou.
 – Dessa maneira... – Ela subiu na vassoura de maneira imponente e graciosa, era de uma agilidade sem limites, mas que os alunos não, era apenas quando se tratava de Quadribol, pois no resto do tempo a morena era um completo desastre. E assim que subiu na vassoura partiu, os cabelos tentando acompanhar a imensa velocidade, deu uma volta na Torre de Astronomia e aterrissou com bastante equilibro e graça, mas claro que além do dom natural foi necessário muito treino; eram dias e noites, fazendo sol ou chuva, a garota nunca abandonava o campo.
 - Então, quem será o primeiro? – Disse desmontando a vassoura com um longo sorriso.
Um aluno se ofereceu, ele subiu firme na vassoura, um pouco temeroso seguiu, Amarilys montou novamente a vassoura e fez o percurso com o aluno, bem como com todos, observando-os e dando algumas dicas úteis. Uns alunos tiveram mais dificuldades que outros, isso realmente era o esperado, mas todos possuíam um grande potencial.
Após o termino do treino a moça disse:
 - Vocês passaram pela fase do treino, agora acontecerá a verdadeira missão! – Era quase um sorriso de perversão, mas Loyhs não seria tão malvada na primeira aula.
 - Acompanhem-me. – disse ela e assim a turma voou até o outro lado do campo.

Ela apontou a varinha aparentemente para o nada e suspirou:
 -   Aparecium! – E os objetos até pouco tempo invisíveis faziam aquela missão parecer um labirinto aos olhos desatentos.
O que a professora tinha feito, caro leitor? Apenas criado um circuito dinâmico para seus pirralhos atravessarem, era um circuito de mais ou menos 100 metros. Para começar haviam duas argolas grandes e de ferro, presas magicamente no ar, elas ficavam para lá e para cá como um pendulo, porém, mais rápido, ao passar pelas argolas os alunos se deparariam com balaços enfeitiçados para persegui-los se saíssem do percurso curvilíneo traçado; caso o aluno não fosse parar na enfermaria depois dessa fase era preciso ele mergulhar no ar e apanhar a Goles que estava bem próxima da grama, acertando-a em um dos arcos.
 - Pirralhada, esse é um circuito simples que exigirá de vocês as duas coisas mais faladas durante o dia de hoje: Controle e Instinto. A missão consiste em atravessar os obstáculos, apanhar a Goles e arremessar em um dos arcos. Bem simples! – Disse Amarilys sorrindo.    – Tão simples que resolvi complicar e chamei dois amigos que entendem bem desse quesito de complicar... – Com os dois dedos entre os dentes ela assoviou e dois fantasmas projetaram-se em pleno campo.   –Pessoal, apresento-lhes: Pirraça e Barão Sangrento.  - Disse com certo entusiasmo.
Os fantasmas começaram a passar por entre os alunos e mexer com seus pupilos, quanto mais as crianças tentavam se livrar mais os fantasmas se divertiam. Barão sangrento provocava mais medo e pirraça, literalmente tocava o terror.  
 - Eles tentaram ao máximo impedir que vocês completem a missão, então sejam espertos. – Disse Loyhs..   – Ah, apenas mais uma coisa antes que comecem. No jogo de Quadribol temos três bolas, são elas: Goles, Balaço e o protagonista, o Pomo de Ouro, elas eram mais exploradas na próxima aula!
 - Que comecem os jogos! Boa sorte! – Era difícil para a mulher esconder o entusiasmo.  
Assim que o primeiro aluno deu sinal que iria começar a missão, uma música amplificada saiu do pequeno aparelho de som. As melodias inconfundíveis deBack in Black, da banda trouxa AC/DC ecoavam pelo campo.

Um a um os alunos foram concluindo a pequena prova. Era visível o cansaço que eles emitiam, mesmo assim ninguém precisou ir às pressas para emergência. Amarilys gostou de todas as demonstrações
Após o termino de todos ela desligou o som e disse:
 - Como se sentem, pirralhos? Prontos para outra prova? – Disse com um largo sorriso. - Brincadeira, podem descansar.- Disse a moça e sem seguida virou-se para os fantasmas. .   – Rapazes, grata pela presença ilustríssima!
Alguns alunos simplesmente deixaram-se desfalecer ali no campo mesmo sem muita cerimônia. Os fantasmas gostaram tanto da atividade que resolveram ficar por ali mais um tempinho.

A Aula já estava quase findando-se, porém Amarilys precisava fazer mais uma coisa.
 - Sei que estão cansados e logo mais eu irei libera-los, contudo antes peço que anotem   as instruções para um trabalho complementar que usarei como base na próxima aula! – Pediu educadamente.   - Quero uma redação de no mínimo 15 linhas sobre os jogos antigos com vassouras. Não quero que vocês me descrevam jogos de Quadribol antigos, quero que vocês me apresentem os outros jogos que eram ou são utilizadas vassouras. – Explicou.    - Quaisquer dúvidas sintam-se livres para me procurar. – A moça disse de maneira enfática.   – Por hoje é só, estão liberados.

Ao dizer isso os alunos foram saindo gradativamente e a professora permaneceu ali até que o campo estivesse arrumado e com a certeza que todas as coisas foram recolhidas. Apenas depois ela abandonou o campo, satisfeita com a aula de hoje, mas morrendo de fome.
Informações gerais:

Regras

• A aula deve ser postada até dia 29/11 sem falta, qualquer aula que for postada após este prazo será apagada sem aviso prévio, assim sua nota será zerada.
• O template padrão deve ser usado nesta, como em todas as aulas, eu tenho total direito de pedir para apagar sem aviso prévio as aulas que não estiverem o usando.
• O critério usado por mim para avaliar as aulas é: Criatividade 5,0; Ortográfica 1,5; Concordância 1,5; Inovação 2,0.
• Não use cores cegantes, isto fará ter a perda de 3,0 pontos na aula, igualmente para imagens que não seja a usada no topo do template. (Exemplo: Imagens no meio do texto, mesmo em spoiler)
• Xingamentos e palavras de baixo escalão são permitidas em minha aula, mas não para serem usadas dentro da sala de aula.
• Introduza seu texto, não caia de paraquedas na aula!
• O seu post da aula deve conter pelo menos 35 linhas, não tem máximo de linhas, mas um texto muito grande é cansativo.
•Interajam e respondam as perguntas. Tentem não copiar minhas falas, sendo aceitas copias apenas em situações extremamente necessárias.

Desta Aula

• Seus atos na sala de aula podem lhe retirar pontos, por exemplo conversa e desrespeito.
• O trabalho deve ser enviado para mim por MP, ele dará nota extra na matéria além de pontos para a casa.
• Qualquer dúvida acerca da aula ou do trabalho, mandem-me MP.

Pontos da aula

• +30 Pontos para a aula melhor escrita.
• +20 Pontos para quem apresentar a melhor descrição e criatividade na hora de fazer a prática.  
• +10 Pontos para a casa que tiver mais alunos postando.
•  -5 Pontos para quem o post não demonstrar ser um aluno de 1985.
Narração•  Minhas falasFalas de outros


Última edição por Amarilys Loyhs Herondale em Sab Nov 14, 2015 3:03 pm, editado 1 vez(es)
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Amarilys Loyhs HerondaleFuncionário de Hogwarts

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Re: Primeira Aula

Mensagem por Barnabás Wiliamson Black em Qui Nov 12, 2015 9:11 pm

SLYTHERIN PRIDE
"Or perhaps in Slytherin, You'll make your real friends, Those cunning folk use any means, To achieve their ends."
S eu corpo buscava o momento correto para ergue-se da cama, mais uma vez o Sol invadia o quarto pelas janelas suspeitas já viviam dentro das masmorras. O menino se colocou de pé, estava com a testa suada e fedia como nunca, perguntava-se a hora, provavelmente estaria atrasado para alguma aula como de costume. Ainda ouvia o som da água escorrendo tentando-a deitar para voltar ao seu sono, felizmente o monitor – que era um tanto leigo – não os veio incomodar em momento nenhum, Barnabás pretendia assumir seu cargo no futuro, contudo não era tão seguro ao ponto de tentar ser monitor no primeiro ano.
O garoto manejou seus livros para dentro de sua mochila de couro, suas mãos buscavam entre montanhas de itens luvas para suas aulas de Herbologia deste dia, estava perdido com o inicio das aulas e desta vez não possuía ajuda de ninguém para lembrá-lo de seus horários ou organizar seus livros como sua mãe fazia antes.

Claro que ao tomar acesso a Hogwarts não esqueceu-se de testar seus primeiros feitiços, fez isto durante o seu café da manhã, sem bastante sucesso, mas não acreditava que fosse totalmente inepto para o uso da varinha como sua tia Cassie tanto o falava, Barnabás geralmente era massacrado por seus parentes enquanto eles estavam sobe o efeito de álcool.
Wingardium Leviosa conjurou o menino usando sua varinha, mesmo com os movimentos mostrados no livro baterem com os que utilizou não fizeram com que o livro decadente de sua colega voasse alguns centímetros a cima da mesa.
– Estupendo Black. – Caçou a menina que mostrava uma face de desprezo a falha do garoto, ela pegou seu livro de forma rude e levantou-se da mesa como se estivesse decepcionada pelo fato de Barnabás não ser brilhante o bastante para o mostrar aquele belo truque de mágica. – Coloque-se de pé Black, você aula de voo neste minuto. – Com o anuncio o moreno a seguiu, precisava ser guiado pelo castelo por alguém e Meredith por ser do segundo ano era perfeita.

Um número grande de alunos estavam aglomerados em uma roda enquanto zombavam uma garota que usava óculos tão grandes quanto balaços, Barnabás se pôs a azarar um deles o fazendo ficar com o rosto coberto por espinhas, um dos truques que aprendeu nos seus primeiros dias dentro do castelo. – Quem fez isso? – Questionou o bárbaro olhando para todos os presentes, caso descobrisse que fosse Barnabás o Black estaria ferrado, juntamente pelo fato de apanharia para um repetente.
– Johnny. – Um de seus amigos alertou-o da chegada da professora, a mulher vinha correndo, acompanhada de elfos que traziam seu material, em braços ela trazia um exemplar verde que atraiu a atenção de Barnabás.
O silêncio predominou a área, se estendeu por poucos segundos até que a simpatizante mulher interrompeu para saudar sua turma, Barnabás lembrava-se de sua face da cerimônia de abertura, mas o nome Amarilys só veio quando ela o lembrou.
Muitos alunos pareciam conhecer o time Caerphilly Catapults já que ao notarem a participaram da mulher no campo ficaram animados, contudo Barnabás não perdeu a pose pensativa, estava ansioso para montar em uma vassoura, sentia algo abaixo do seu estomago, como um nervosismo pelo fato de ter que voar.

Uma enxurrada de perguntas atingiu a mulher, mas antes de cessarem a professora lançou uma questão, Barnabás levou sua mão ao alto, em busca de poder tomar a fala, geralmente estaria em seu canto tentando manter-se o menos sabe-tudo possível, mas desta vez estava muito animado para se controlar. Doddle, quadribol é um esporte da cultura Inglesa, além disto, faz parte de uma tradição para muitas famílias, pode-se ver isto pelos gritos de amor na copa de quadribol que ocorreu há pouco tempo. Explicou o menino, ele se censurou para não criar constrangimento de passar muito tempo falando.
Todos os alunos receberam uma Nimbus 1000, reconheceu-as vassouras das lojas do Beco Diagonal no qual quase usou todo seu dinheiro para comprar uma vassoura, apesar disto controlou-se e claramente estava meio arrependido.
Mesmo o fato de voar fosse emocionante a teoria era incrível, Barnabás sempre se perguntou o porque de bruxos não usarem magia para voar, mas com as explicações de sua professora tudo ficou bem mais claro. Por Merlin, tomara que não tenhamos provas, pensou quando ela terminou sua fala, realmente era muito assunto e estavam apenas no início.

Barnabás riu com gosto. O garoto qual sofreu com seu feitiço estava com a face cada vez pior, era de fato nojento, ao ponto de alguns lufanos que estavam próximos a professora pedissem para ir vomitar na enfermaria, imaginou que faziam isto para serem liberados, mas não os culpava, alguns não tinham dons para absorver conhecimento daquela forma.
Em todo o caso o Black estava pronto para voar, mesmo que não tivesse tanta maestria e precisasse calar-se pelo resto da aula, adorou as aulas de voo. – Suba!  – Disse Barnabás e de primeira o cabo do veículo veio até suas mãos, sentiu a madeira por alguns segundos, entendia porque a professora se demonstrava tão fascinada pelo esporte.

A mulher subiu em sua vassoura habilidosamente, se colou a subir em alta velocidade pairando por cima de suas cabeças até uma grande altitude, dando uma volta na Torre de Astronomia com uma velocidade incomparável, a professora tirou expressões de encantamento de todos os alunos. Por fim ela aterrissou com total maestria, era uma grande jogadora de quadribol, isto fazia com que Barnabás imaginasse quanto deveria ser difícil chegar à tamanha perfeição.
Ao tomarem conhecimento que já poderiam montar em suas vassouras o Black foi um dos primeiros, de primeira demorou para conseguir dar impulso, apesar disto teve seus momentos de glória, alcançou em torno de 10cm no seu auge, mas hesitou em continuar ao quase cair de sua vassoura em uma tentativa de tomar velocidade. Voltou ao chão mais uma vez, sentiu desgosto a sair do ar, mas não resistiu em seguir a professora ao ela ordenar.

No circuito feito pela professora identificou dois objetos que se destacaram em seu livro, goles e balaços, faziam parte do jogo de quadribol, respectivamente, um servia para marcar gols e durante a partida e o outro acertava jogadores para atrapalhá-los durante a partida. Barnabás deduziu que estava muito ferrado. Sugiram no campo dois fantasmas, o Barão Vermelho que tinha uma probabilidade de auxiliar os alunos de sua casa e o Pirraça, por certos motivos pareceu um pequeno beneficio.
Ele subiu em sua vassoura, uma trilha sonora de rock pesado tocava, parecia-se com as Esquisitonas, sendo mais que perfeita para a prova. O garoto tomou partida, foi um dos primeiros a iniciar o circuito, ele pairou por cima da cabeça de alguns alunos da Corvinal que fugiam do Barão Vermelho, Barnabás usou seu corpo para atingir os dois garotos os derrubando de forma proposital, o Barão foi em sua direção, consigo vinha uma expressão gótica de raiva por tirá-lo a chance de atacar suas “presas”, apesar disto o garoto fez o fantasma desviar o caminho.
Barnabás pegou fôlego para se aproximar das argolas, neste momento quase foi acertado em cheio no braço por um balaço, mas por sorte a bola pesada acertou outro garoto na bacia o levando cair no chão soltando urros fracos de dor, o sonserino abriu um sorriso em lábios e voo em direção aos arcos que representavam sua passagem para a segunda fase.

Acerca de cinco minutos ele já estava pensando em desistir de acertar atravessar as argolas, Pirraça tinha o acertado com algo que parecia um lembrol no qual machucou seu braço por causa dos cacos de vidro e os balaços voavam acertando tudo que viam pela frente.
Atravessando os arcos acertou em cheio a localização das goles que estavam na grama, porém não restavam muitas já que os mais habilidosos já tinham saído na frente, o rapaz mergulhou em direção a um deles, porém foi golpeado por um garoto com um gole, notou ser um corvino, eram tão vingativos quanto os grifinos, Barnabás fez com que o Barão puxasse a vassoura do corvino que acertou o chão de cara.

Desta vez tendo em mãos uma das goles foi em direção ao gol, buscava acertá-las, contudo não possuía uma das melhores miras. Alguns alunos que estavam observando riram com gosto, mas em nenhum momento ele baixou a cabeça para eles, então Barnabás arremessou para o gol uma gole acertando em cheio.

Ele estava cansado, deitou-se no campo para repor enquanto os seus colegas concluíam a prova aos poucos. Estava vermelho, suava como um sorvete no verão, nada parecia poder piorar, até descobrir que teria trabalho para casa, mesmo que amasse quadribol estava indisposto a fazer qualquer tarefa naquela semana. O fim da aula o garoto saiu do campo junto a um grupo de sonserinos, precisava manter distancia de corvinos no momento se quisesse ficar inteiro.
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Re: Primeira Aula

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