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[FP] Cowden Darrell, Sebastian

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Mensagem por Sebastian Cowden Darrell em Ter Out 20, 2015 2:23 am

Sebastian Cowden Darrell
Azevinho, 35 cm com Núcleo de Coração de Dragão

História


A Little of Him — 1974

Londres, Inglaterra, 1994. Nasceu um herdeiro, este fora nomeado Bastian pelos seus pais.. Nascido em meio às trevas, foi criado por dois comensais. Seus pais serviam a Tom Riddle desde os primórdios, antes de se levantarem outros bruxos das trevas. Cresceu como uma criança confinada, com muitas regalias, mas não sua liberdade, não era permitido que ele saísse de sua casa. Era "muito precioso", segundo seu pai, que era ausente, o pouco que ficava em casa ele se trancava em seu escritório, fazendo "pesquisas para o Ministério" - pelo menos era o que eles diziam. Sua mãe era o mesmo, nunca estava presente para o menino. Era muito apegado aos seus livros, sempre estava pela casa gastando tempo lendo e os relendo.

The Nightmares


Começou com seus seis anos. Pesadelos constantes aterrorizavam o garoto de 8 anos, ele acordava suado e palpitante de todos eles. Neste terror que seu subconsciente o botava sempre alguma cobra estava relacionada. Em alguns, ele tentava fugir de uma enorme, seu comprimento era impossível de ser medido pelo menino, uma bocada era o suficiente para matar o pequeno; em outros, uma cobra minúscula entrava em seu corpo pela boca e se arrastava pelo seu esôfago, abrindo caminho para dentro de suas entranhas. Era muito real para o menino, ele sentia cada dor, agonia e medo e uma sensação o acompanhava quando acordava. Bastian sofria sozinho, seus pais não o amparavam, então ele escrevia todo dia sobre isso.

Liberation — 1981


Era noite, Bastian já estava em sua cama, assim como seus pais na deles. Já estava esperando algum de seus pesadelos, mas logo descobriria que algo iria ser diferente. Voltou a pisar na terra que ele conhecia, úmida e coberta de folhagens. O sibilo alto o fez reconhecer seu perseguidor, assim como o barulho das folhas sendo esmagadas pelo seu peso. Correu, como sempre, mesmo sabendo que era inútil a única coisa que restava a fazer era correr. Acreditava que algum dia conseguiria escapar do abraço da serpente. Desviando de raízes protuberantes que saíam da terra ele saiu em meio a mata, movimentando suas pernas o mais rápido que uma criança podia. O sibilo se tornava cada vez mais alto, indicando que estava perto, até sentir a língua da serpente tocar sua nuca. Ele estava preparado para o fim monótono, sentir todos seus ossos quebrando e depois ser engolido inteiro, mas não foi assim. A criatura se contorceu, emitindo sons de agonia, implodindo por fim. Ele estava livre do fim tortuoso, pelo menos aquele dia.

Abriu os olhos, já era manhã acompanhada de uma estranha calmaria. Foi até o quarto de seus pais, ainda estavam dormindo com seus pijamas. O menino tentou acordá-los, mexeu em seus corpos, gritou o mais alto que podia, mas nenhum sinal de vida. Correu até a biblioteca, lá tinha um pedaço que pergaminho que foi instruído para escrever nele caso houvesse alguma emergência. Para o menino os pais não acordarem era uma, eles não se atrasariam para seus deveres assim. Pegou uma pena e molhou a ponta de rudemente no tinteiro, de forma que deixou algumas gotas pingarem no móvel em que estava repousado. Escreveu lentamente, tentando deixar sua letra certa e legível, apesar da pouca idade o menino conseguia escrever bem caso se concentrasse. "Mamãe e Papai não acordam, ajude". As letras sumiram e alguns segundos depois alguém bate a porta.

Era seu tio mais próximo e irmão de sua mãe. O pequeno Bastian adorava suas visitas, gostava mais dele do que os próprios pais devido ao amor que recebia do homem. Apenas se cumprimentaram e trocaram algumas palavras antes do homem adentrar a casa atrás de sua irmã e, como esperava, como outros Comensais ambos estavam mortos. A notícia não foi fácil de ser entregue a criança, mas ela não reagiu de uma forma negativa, nem positiva. Passaram-se horas até que o maior chegasse a uma decisão de fazer algo que não prejudicasse a ele mesmo, mas muito menos o garoto.

Poucos conheciam Bastian, quase ninguém da família, apenas seu tio mesmo, e ele tinha influência e poder suficiente no Ministério para pular algumas burocracias e modificar alguns dados, e usou deste para fazer do modo que queria. Bastian seria renomeado para Sebastian, viveria como filho adotivo de seu tio, seus pais ficariam como desconhecidos. Viveriam assim até quando pudessem ou fossem descobertos, e quando esse dia chegasse era o fim de ambos. O menino aceitou e desde então viveu com ele como se fosse seu pai e nunca teve pesadelos igual antigamente.  



Personalidade

Sebastian, agora nomeado assim, foi criado para ser submisso, educado e respeitoso, e assim ele é... Na maioria do tempo. Gosta de ler e, consequentemente, é cuidadoso com suas palavras. Absorveu conhecimento ao longo dos anos, então é notável que passou muito tempo lendo não só livros de fantasia, mas também alguns avançados para sua idade. Odeia lembrar-se de seus pais e na verdade gosta que a morte chegou para eles, porque pôde ficar com seu tio, o qual ele ama. Suas matérias preferidas são Feitiços e Transfiguração, lê todos os livros que sua idade permite para aprender mais sobre as matérias. É detentor de seus próprios ideais, vontades e desejos e não gosta de compartilhá-los com ninguém, assim como sua apreensão por serpentes. Não gosta delas por lembrarem seus pesadelos, não por fobia do animal, pois já superou esse medo. Carrega o peso de seu passado em seus ombros, procura por alguém que possa confiar e compartilhar seu maior segredo: sua origem. É muito seletivo com suas amizades, não fica próximo de alguém antes de muita convivência, e guarda uma nota mental de cada descoberta que faz delas, se é o que ele procura, então será um bom amigo, se não, deixa que vá embora de sua vida. É fisicamente atraído por ambos os sexos, porém emocionalmente só se interessa por aqueles que faz uma ligação intelectual, emocional ou psicológica.


Chapéu Seletor

— Sebastian Cowden Darrell! — A vice-diretora anunciou outro nome da lista com sua voz magicamente amplificada. Depois de uma enxurrada de pessoas, finalmente chegou a hora do rapaz, que estava ansioso por aquilo. Ele se levantou da mesa que estava e formalmente caminhou para o banco que deveria estar, este era próximo a mulher que segurava o chapéu. O menino se sentou e o chapéu fora colocado em sua cabeça. Depois de um curto espaço de tempo, o chapéu reagiu — Sebastian Cowden Darrell, interessante ... O que se passa em sua cabeça, rapaz? Vamos descobrir. — o que ele mais temia estava acontecendo, alguém descobrir seus segredos mais obscuros e consequentemente descobrir seu passado.

Entre os bruxos de sua idade, o que você acha que há de diferente em você? Acha que isto é algo bom ou ruim?

— Tenho vontade de aprender, Sr.Chapéu, tenho prazer nisso. Quero ser não só ser bom no que eu faço, quero ser ótimo, atingir a excelência. Porém, há um lado ruim e um lado bom, dependendo no que quero "atingir a excelência" — o menino proferiu o resposta num mesmo tom neutro, sem demonstrar animação, mas sim cortesia.

Ao andar pelos corredores de Hogwarts após sair deste salão, o que você pretende encontrar por estas paredes de pedra?

— Meu futuro. Aprender a lutar e me defender, as teorias e as práticas do uso de magia. Talvez novos amigos e aliados, talvez inimigos para a vida — repetiu o mesmo tom, não deixando ser levado pela emoção.

Se pudesse ter três coisas dentre fama, poder e dinheiro, qual dessas escolheria? Por que acha que esta escolha iria lhe trazer mais felicidade?

O menino parou para pensar, nenhuma das respostas o agradava de maneira alguma. Ele respirou fundo e ousou dar sua resposta — Sabedoria, Sr.Chapéu. Sabedoria me guiaria a ter tanto fama, quanto poder e dinheiro, e ainda assim não ser influenciado. E só assim eu seria realmente feliz, com nenhuma das três coisas ditando o que eu deveria fazer ou ser, e sim a minha própria vontade.

Caso surgisse um novo Lord das Trevas e seus amigos se juntassem para combatê-lo, mas sua família se aliasse a ele, de qual lado você ficaria?

— O que cada lado defende? Será que meus amigos defenderiam o que eu defenderia? Ou o Lord que exerceria esse papel? Quais meios cada lado usaria? Não é uma resposta simples, Sr.Chapéu, não posso dá-la para você neste momento — o menino respondeu enquanto olhava para as velas flutuantes, de algum modo elas faziam o menino pensar com mais calma.

Se descreva usando apenas palavras que tenham mais de sete letras. Por que as escolheu?

— Intrigante. Divergente. Seletivo. Exigente. Confiável — Ele disse cada palavra pausadamente, pensando em cada uma delas — Minha personalidade, minha história, minhas capacidades. Creio que essas palavras me definem, por ora.

Supondo que após a este dia você tivesse a oportunidade de ganhar fama, poder e dinheiro, mas com isso não poderia mais usar magia na vida, aceitaria esta proposta?

— Não — respondeu friamente, sem revelar o motivo da resposta.

O menino esperou pela decisão do Chapéu em silêncio, tentando controlar sua ansiedade. Com um grito, foi revelada a casa onde passaria seus anos letivos — Muito obrigado, Sr.Chapéu — De forma calma andou até a mesa de sua respectiva casa e se sentou em meio aos outros alunos calouros.


Alunos
11 anos
Demissexual
Inglês

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[FP] Cowden Darrell, Sebastian Empty Re: [FP] Cowden Darrell, Sebastian

Mensagem por Sectumsempra em Qua Out 21, 2015 3:39 am

Wellcome To Ravenclaw!
"Or yet in wise old Ravenclaw, If you've a ready mind, Where those of wit and learning, Will always find their kind."


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