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[FP] Hömenneg, Maxine

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[FP] Hömenneg, Maxine

Mensagem por Maxine Hömenneg em Seg Out 26, 2015 9:13 pm

Maxine Annika Hömenneg
Carvalho, 27 cm, Pena de Fênix

História


[ 0 - 05 ]

Embora soubessem dos perigos daquele relacionamento, simplesmente não puderam evitar. A química entre eles não era comum, chegava a ser mágica. Maxine nasceu no dia dez de setembro, em Berlim, fruto de um amor, no mínimo, inconveniente. É a filha única de um importante auror alemão, Kristoff Hömenneg, e uma historiadora trouxa, Georgia Wolff, que se conheceram ao acaso. Enquanto ela preocupava-se apenas com artefatos históricos e vagas em museus, ele vivia em um universo completamente diferente, regidos por regras e tradições invioláveis. O casal sempre foi visto com maus olhos pela família do bruxo, que esteve no comando de Beauxbottons pelas últimas cinco décadas, e valoriza, acima de tudo, uma linhagem pura. Tentaram com unhas e dentes separá-los, ameaçando desertar seu primogênito, porém não obtiveram sucesso. Após alguns anos, dois viraram três: Georgia estava grávida.

Quando a herdeira do casal nasceu, os Hömenneg negaram-lhe uma vaga na escola de magia desde cedo, obrigando a família a recorrer à Hogwarts. Embora não gostassem da ideia de deixar a Alemanha para trás, e ter de demonstrar necessidade para os ingleses, era a única opção. Dumbledore aceitou-os de braços abertos, garantindo que Maxine teria onde estudar, caso acabasse por possuir sangue bruxo.

Durante sua primeira infância, Max sempre teve noção do nome importante que carregava consigo, e, mesmo tendo vivido na cidade trouxa Bristol, fora educada para respeitar todas as criaturas mágicas e as leis do mundo escondido desde cedo. Kristoff e Georgia se estabeleceram em um apartamento afastado do centro, para evitar problemas e criar a filha com calma, sem apressá-la ou pressioná-la com a magia. Claro, aproveitavam alguns luxos, como objetos encantados, mas preferiram se apoiar no básico. Não precisaram se preocupar muito com a descendência da garota, que demonstrou os primeiros sinais de seus poderes aos cinco anos de idade.

Mesmo que não quisesse admitir, seu pai nunca esteve tão aliviado.

[ 06 - 12 ]

Os anos até seu aniversário de onze anos passaram voando, afinal, o que de importante pode acontecer até o marco da famosa carta de ingressão? Muita coisa.

Quando Maxine tinha por volta doz dez anos de idade, o mundo da família Hömenneg foi novamente virado de cabeça para baixo. Conforme Kristoff ascendia na "cadeia alimentar" do Ministério da Magia, conquistando postos cada vez mais altos, conquistou vários inimigos. Naquele ano um destes ditos adversários invejosos começou uma investigação sobre a conduta do homem, afirmando que ele estaria envolvido com atividades ilegais, vulgo Comensais da Morte. Tudo não passou de uma mentira mal-elaborada, mas foi o suficiente para deixá-los distraídos enquanto incendiavam a casa em que moravam. O culpado, Fredericksen, um Ministro qualquer que iniciara os boatos, era o verdadeiro Comensal da história, cumprindo um favor para seu mestre. Fora jogado em Askaban, mas deixou para trás uma Georgia apavorada, uma Max bem confusa e um Kristoff puto da vida.

Mudaram-se para o campo na mesma semana, tentando manter o máximo de distância de Londres, a capital inglesa e ponte com o mundo bruxo. Maxine fora confinada a dois anos de estudos em casa, longe de tudo o que gostava, o que apenas favoreceu o desenvolvimento de seu lado mais raivoso e um tanto quanto maldoso. Ficar trancada com a mãe vinte e quatro horas por dia pode melhorar ou estragar uma criança. No caso dela, ainda não se sabe ao certo. Parecia que o tempo não passou até completar onze anos, quando a famosa carta chegou. Foi uma festa. Finalmente sairia dali.

Infelizmente, por escolha dos pais, teve de adiar seu primeiro ano. Nunca soube o motivo, entretanto tinha suas suspeitas. Seu pai ficou seis meses fora, viajando, e, ao voltar, estava mudado. Alguma coisa estranha havia acontecido, algo preocupante o suficiente para acharem que nem mesmo Hogwarts estaria protegida. Se pudessem escolher, Georgia e Kristoff teriam prendido a menina para sempre, mas era impossível domar a jovem Maxine. Não puderam evitar, matricularam-na para começar sua educação, agora com doze anos.

Max não pode deixar de indagar, que diabos aconteceu durante a viagem de seu pai? Algo estava mudando, e, provavelmente, significava problemas.



Personalidade

Para começar, Maxine encaixa-se na classificação de Chaotic Neutral. "Uma pessoa dentro da categoria Chaotic Neutral segue seus caprichos, é um individualista do começo ao fim. Valoriza sua própria liberdade, embora não se esforce para proteger a liberdade dos outros, nem se importe com isso. Evita a autoridade, desafia tradições e ressente-se com figuras de autoridades que possam bagunçar o equilíbrio doentio que criou para si mesmo. Entretanto, não combate as figuras de poder de maneira consciente, já que, para fazer isso, ela teria de ser motivada tanto pelo bem (e um desejo de liberar os outros) ou pelo mal (e um desejo de fazer aqueles que são diferentes de si mesmo sofrer). Muito pelo contrário, só liga para sua sombra. Alguém dentro desta categoria pode ser imprevisível, mas o seu comportamento não é totalmente aleatório. Geralmente são extremamente inteligentes a seu próprio modo."

É como uma bomba relógio ligada no 220, imprevisível e muito agitada. Incapaz de ficar parada por muito tempo, tanto fisicamente quanto mentalmente, ou começa a enlouquecer. Possui um raciocínio rápido e distante do tradicional, encontrando caminhos e respostas em locais pouco convencionais, fazendo com que seja impossível prever seu próximo passo. Além de impulsiva, não possui rédeas na língua, nos dedos e nem na perereca. Fala o que deve ser dito quando deve ser dito, escreve tudo o que precisa ser mostrado ao mundo e fica com quem quer, sem se importar muito com o que os outros pensarão.

Em público, é a pessoa que tenta manter a conversa fluindo com seus comentários ligeiramente críticos, deixando tudo mais agradável. Sempre foi elogiada por seu senso de humor, por aqueles que o compreendem, claro. Pessoas mais recatadas podem se sentir incomodadas com a falta de filtro da jovem, além da delicadeza digna de um elefante patinando no gelo.

Desde pequena foi a garotinha irritadiça, com pavio curto, e isso não mudou nada. Tem absolutamente zero paciência, talvez pelo fato de estar sempre em uma linha de raciocínio que anda rápido demais. Como se entedia muito fácil, acaba fazendo besteira para passar o tempo.

Mesmo tendo este lado tão pilhado, sempre se destacou pelas opiniões fortes a respeito de justiça. Acredita que todos devem responder sobre suas ações, independentemente das circunstâncias. Não é exatamente rancorosa, muito menos se faz de coitada, só não aguenta ver os mais fortes tomando vantagem dos mais fracos. Tem plena consciência do quanto é poderosa, de quão perigosa a magia pode se tornar, mas planeja utilizá-la com responsabilidade. Claro, sua segurança vem em primeiro lugar, se mexer com ela, pode apostar que terá um destino nada agradável.


Chapéu Seletor

Maxine seguia o grupo gigantesco de crianças andando atrás de um rapaz mais velho, como se fossem ovelhas e, ele, seu pastor levando-as para o abate. Não conseguia parar de se mexer dentro daquelas vestes esquisitas e cheias de tecidos, tentando encontrar uma maneira confortável de equilibrar o peso da capa enquanto lidava com a camisa social. Definitivamente não era uma menina para roupas formais; além de sufocada sentia-se deslocada. Estava começando a questionar se ali era mesmo seu lugar, junto de outras centenas de jovens bruxos. Todos pareciam à vontade, bem-alinhados e engomadinhos, enquanto ela calçava um par gasto de tênis all-star pretos e tinha o cabelo preso em duas maria-chiquinhas estilo Pucca, com a franja rebelde escapando dos elásticos. Qualquer um que a visse notaria a diferença, era como um letreiro neon na escuridão.

A pequena comissão continuou caminhando pelos corredores sem fim, até chegar em um pátio interno que dava para enormes portas-duplas. Max não queria admitir, porém mal tinha prestado atenção no trajeto; havia ficado submersa em seus devaneios, presa em um monólogo interior. Também não esteva presente durante o discurso do monitor que os guiava, tagarelando sobre a importância daquela oportunidade, sobre o momento mais decisivo de nossas vidas. Blá blá blá. Vamos logo com isso, já deu de enrolação.

Como se ouvissem seus pensamentos, as portas se abriram, dando para o gigantesco Salão Comunal de teto engraçado, onde mesas compridas agrupavam outros vários alunos. Aparentemente, adolescentes e crianças brotavam do chão naquela escola, onde quer que olhasse encontraria mais e mais deles. Era um tanto quanto desconcertante. Max evitou ser deixada para trás, correndo junto dos acompanhantes até a outra extremidade do salão, na qual o corpo docente aguardava-os. Fez o máximo para escutar o próximo discurso, que foi ligeiramente mais interessante, e manteve-se alerta durante a chamada. Queria descobrir logo qual seria sua casa.

Dizem que a curiosidade matou o gato. Nesse caso, a garota devia ser reconhecida como felina.

Maxine Annika Hömenneg — Uma voz imponente chamou-a, fazendo com que pulasse no lugar. Balançou a cabeça para sair do transe e disparou até o centro das atenções: um chapéu velho que parecia ter um rosto humano. Sentou-se no pequeno banquinho de madeira e começou a balançar a perna, ansiosa, ao mesmo tempo em que a vice-diretora colocou o acessório sobre suas maria-chiquinhas.

"Entre os bruxos de sua idade, o que você acha que há de diferente em você? Acha que isto é algo bom ou ruim?"

Hömenneg arregalou os olhos, surpresa. Aparentemente, o objeto falava apenas para ela, apenas ela era capaz de escutar suas indagações. Deste modo, resolveu respondê-lo também por meio dos pensamentos. Honestamente, não acho que sou de todo muito diferente dos outros. Talvez um pouco mais agitada e menos paciente, mas quem não tem seus momentos de explosão? Hum... Se quer saber, podem ser meus valores morais. Mesmo tendo o pavio curto, como já deve ter percebido, tenho ideias bem definidas a respeito do certo e do errado. Tenho um bom julgamento, e sempre vou defender a justiça. Isso pode ser bom para um bem maior, porém pode acabar com algumas amizades e relacionamentos. Deixo a você o trabalho de decidir se é uma benção ou uma maldição, pois já encontrei os dois lados.

"Ao andar pelos corredores de Hogwarts após sair deste salão, o que você pretende encontrar por estas paredes de pedra?"

Não foi capaz de esconder um sorriso maldoso; sobre esta pergunta já pensara inúmeras vezes. Por favor, seu chapéu, me diga que existem segredos e passagens escondidas. É praticamente impossível um lugar deste tamanho, e mais velho que nosso diretor - que, sejamos sinceros, parece ser da época dos dinossauros - não possuir portas escondidas e mistérios a serem desvendados. Já me disseram alguns boatos, quero mesmo é ver se são verdadeiros. Explorar o campus deve ser demais.

Podia ser apenas impressão, porém parecia que o chapéu ria dela. Ou com ela.

Se pudesse ter três coisas dentre fama, poder e dinheiro, qual dessas escolheria? Por que acha que esta escolha iria lhe trazer mais felicidade?

Max cruzou as pernas, ajeitando-se no banco. Aquela questão a incomodava, como um desconforto em sua cabeça, crescendo aos poucos. Engoliu em seco, tomando tempo para pensar. Por fim, chegou na resposta final, embora não estivesse satisfeita com ela. Dinheiro. Não preciso agradar ninguém, não sinto necessidade de ser conhecida, muito menos de controlar os outros. Com dinheiro posso viver minha vida sem ter de dar satisfações, posso ir para onde quiser, quando quiser. Ser livre, na medida do possível.

"Caso surgisse um novo Lord das Trevas e seus amigos se juntassem para combatê-lo, mas sua família se aliasse a ele, de qual lado você ficaria?"

Esta veio de imediato. Era instintivo. Novamente, não sabia de onde viera tanta certeza.

Independentemente de qualquer um dos dois, seguirei as minhas opiniões. Simples. Se acredito que o cara "malvado" está certo, pode assinar meu nome na lista; caso contrário, aguardem por mim, amigos. É tudo questão de referencial. Bem e mal são relativos.

Se descreva usando apenas palavras que tenham mais de sete letras. Por que as escolheu?

Imprevisível. Impaciente. Quebrada. Divertida. Impulsiva. Persistente. Interessada. Intrometida. Digamos que sou uma pessoa cheia de pequenos erros, o que dificulta criar laços duradouros, mas a vida é assim. Os defeitos de fábrica se divertem mais. Ao menos, é assim que gosto de pensar.

Supondo que após a este dia você tivesse a oportunidade de ganhar fama, poder e dinheiro, mas com isso não poderia mais usar magia na vida, aceitaria esta proposta?

Não.

E aí, chaps? Diga-me o que sou — Disse em voz alta, de braços cruzados e uma expressão brincalhona enfeitando-lhe a face.

Alunos
12
Bi-Curiosa
Alemã
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Re: [FP] Hömenneg, Maxine

Mensagem por Sectumsempra em Ter Out 27, 2015 1:25 am


Wellcome To Ravenclaw!
"Or yet in wise old Ravenclaw, If you've a ready mind, Where those of wit and learning, Will always find their kind."


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