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Gostaríamos de agradecer à alejandro88 criador da skin que foi editada para este RPG. Toda a trama, gráficos do fórum e sistemas tem direitos autorais dados aos administradores que trabalharam para construir tudo isso que é o Rises Of The Darkness hoje, cópias não serão aceitas e denunciadas, caso queiram saber como fizemos algum código ou onde pegamos nos pergunte não roube-os.

Botões por Valhalla Is Our Kigndom, não são permitidos cópias ou tirar seus créditos para uso próprio, por favor respeite as regras.

Parte de nosso contéudo foi criado pela equipe do Hogwarts Is Alive e concedido para uso deste RPG, da mesma forma, caso ocorra de roubos ou uso deste contéudo em outros RPG poderemos denunciar, plágio é crime, crie seu próprio contéudo.

Licença Creative Commons
Este trabalho está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 3.0 Não Adaptada
Outubro
Max 20º Min 13º
Verão é uma das quatro estações do ano. Neste período, as temperaturas permanecem elevadas e os dias são mais longos do que os dias de outras estações. É uma época de muitas chuvas por causa do Sol.

Caldeirão Furado

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Caldeirão Furado

Mensagem por The Author em Qua Jun 24, 2015 8:01 pm

Caldeirão Furado
Bar e hospedaria situado em Londres, entre uma livraria e uma loja de discos. Foi construído por Daisy Dodderidge por volta do ano 1500 para servir como uma "ponte" entre os mundos mágico e trouxa. Passa quase despercebido pelo lado de fora. Nos fundos do bar, no quintal, localiza-se a passagem secreta para o Beco Diagonal, batendo-se com a varinha nos tijolos da parede por cima da lata de lixo, no terceiro tijolo para cima, segundo para o lado. Harry passou o restante das suas férias do terceiro ano hospedado no Caldeirão Furado, no quarto onze.

Preços e Produtos:

Pratos salgados

Abóbora de forno (5 porções): $G 7

-Batatas recheadas:
Bacon defumado ( 4 porções): $G 9
Ao queijo (4 porções): $G 7
Sopa Inglesa (1 porção): $G 5
Ensopado de carne (1 porção): $G 6
Ovos fritos e salsicha: $G 4

-Frango assado
Peito (inteiro): $G 5
Coxa (unidade): $G 2
Coxa e sobrecoxa (unidade): $G 3
Salmão defumado (inteiro): $G 20

-Massas
Ao molho c/ almôndegas (2 pessoas) : $G 11
Ao molho branco c/ salsa (2 pessoas) : $G 8

-Carne bovina
Fillet ao molho madeira (1 pessoa): $G 20
Contra-fillet ao molho branco (2 pessoas): $G 15
Bife de alcatra ao molho de tomate (1 pessoa): $G 7
Fillet em cubos fritos em azeite de oliva (petisco para 3 pessoas): $G 4
Arroz integral (1 porção): $G 3

Bebidas

Cerveja Ruddles County (350 ml): $G 4
Cerveja amanteigada (garrafa): $G 3
Sucos diversos sabores: $G 1

Aluguel dos Quartos

Diaria: - $G 100
Semanal: - $G 150
Mensal: - $G 250

Aluguel de Quarto no Caldeirão Furado
Valor - Diária: - $G 100

OBS: Colocar as compras em spoiler com valor total.
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Re: Caldeirão Furado

Mensagem por Thomas Heinrich Adler em Dom Nov 08, 2015 6:06 am

let it be
Noite cheia, pessoal! Vamos! Tratem de se apressar! — Meus brados, guarnecidos da rispidez costumeira, eram dirigidos estritamente aos funcionários do estabelecimento — que corriam desenfreadamente de um lado a outro a fim de corresponderem às ordens —, e se elevavam em meio ao burburinho frenético e crescente em redor. Minhas palavras evidenciavam um fato, aliás. Até onde pude constatar, a casa estava abarrotada dos mais diversos tipos de pessoas — o que, óbvio, me trazia aquela sensação reconfortante de alívio. De uma extremidade à outra, uma verdadeira maré humana se fazia presente, todos provavelmente permitindo-se uma parcela do tempo ocioso para pôr os assuntos em dia antes de retomarem os afazeres do cotidiano.

Nos últimos dias, lembro-me, o Caldeirão Furado havia sido palco de uma respeitável melhoria no que diz respeito à clientela. Modéstia à parte, fazíamos por merecer. Embora novo demais para assumir um cargo de incontestável responsabilidade, sempre me vali de virtudes condizentes à função de dono de uma das instalações mais benquistas de Londres. Sendo assim, o futuro se mostrava promissor. Como galguei a esse patamar invejável? É preferível contar em uma outra oportunidade. Enquanto a movimentação mantinha-se desvairada no interior do local, meus pensamentos resgataram todas estas minúcias, e o sintoma de satisfação traduziu-se em minha expressão comicamente sonhadora.

Fui arrancado do breve devaneio quando, de súbito, captei uma familiar voz destacar-se por entre as várias outras, berrando meu nome repetidas vezes. Alarmado, logo dei meia-volta e corri os olhos apressadamente pela extensão do recinto. Ao longe, vindo até mim a passos desengonçados tamanha a pressa, a figura de um dos contratados novatos fez-se visível. Ele parecia-me estranhamente inquieto, e mesmo à distância pude ver o quanto arfava. — Edgar! — chamei-o conforme ele se aproximava. — O que houve, rapaz? Por que parou o atendimento? — O garoto encarou-me embaraçado, as faces ruborizadas não apenas pela exaustão, mas também pelo momento desconcertante. — Não estou conseguindo lidar com essa correria toda, senhor — disse-me, as palavras entrecortadas pelo fôlego comprometido. Revirei os olhos na mesma hora em um típico gesto de profunda impaciência. — Vá à cozinha e recomponha-se, garoto. — Fuzilei-o com um olhar repreendedor. — Depois volte ao serviço, se não quiser perder o emprego. Ele foi, incapaz de contrariar-me.

O expediente acabara horas depois, quando o mar revoltoso de clientes cedera lugar a um vazio desolador, complementado pelo cavernoso silêncio. O som da vassoura raspando o assoalho e o tilintar de pratos na cozinha, minutos antes, foram os únicos sinais de vida do local após a partida dos clientes. As mesas e assentos agora encontravam-se organizadamente dispostos ao longo do ambiente. Eu me preparava para ir, terminando de trajar um consistente casaco a fim de encarar o frio da noite. A meio caminho da saída, quando todos os funcionários já haviam deixado seus postos e eu me vi sozinho na parcial penumbra do espaço, me detive subitamente e virei-me. Meu semblante estava tomado por nostalgia. — Amanhã estarei de volta. Não me imagino em outro lugar, afinal. — Por fim, deixei que um sorriso delineasse meus lábios, e, retomando o percurso à porta, virei a placa indicativa de "ABERTO" para "FECHADO" antes de lançar-me à placidez da noite.
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Re: Caldeirão Furado

Mensagem por Juliett Hertz Löhnhoff em Dom Nov 29, 2015 4:22 am

A middle of adventure
— Apenas pense bem na proposta que está diante de ti, Löhnhoff, esse tipo de oportunidade não acontecerá novamente. Ainda tem três dias. - o tom de voz do homem deixava explícito o encerramento da longa e conflituosa conversa com Juliett. A ruiva, cansada de mostrar suas argumentações, apenas acenou levemente com a cabeça, já preparando-se para sua retirada do recinto. Seu expediente já havia se findado a algum tempo, todavia ainda se encontrava nos domínio do ministério mágico britânico debatendo sobre a intimação do chefe do departamento o qual a jovem prestava serviço. Sua primeira inconsonância no emprego não lhe garantia o ânimo que ela ansiava ter naquela noite, todavia, viu-se na obrigação de camuflar qualquer mal-estar que ocorria dentro de si assim que saiu do Ministério. Divergências no trabalho não iriam deteriorar momentos preciosos para Juliett, momentos os quais ela aguardava ter naquela noite.

De praxe, o Caldeirão Furado encontrava-se abarrotado de uma clientela um tanto quanto diversificada. A ambientação aconchegante e abafadiça dispensava o uso de qualquer agasalho, de forma que Juliett já encontrava-se desfazendo da peça ao caminhar, tendo como único destino o loiro de extrema beleza e elegância que comandava o estabelecimento. Juliett deixou que um sorriso discreto delineasse os lábios, mantendo as passadas constantes. Seus olhos se encontraram antes que a ruiva atravessasse aquele mar de gente entre eles; o sorriso alargou-se, não se limitando a demonstrar o bem-estar que sentia em estar ali. Quando a distância deixara de ser um impedimento entre eles, Juliett lançou os braços ao redor do corpo dele, puxando-o para um abraço e se colocou a falar antes que o rapaz fizesse primeiro. — Será que o senhor poderia ceder um pouco de seu requisitado tempo para acompanhar numa bebida apenas uma jovem entediada? - o tom de voz se mostrava cortês e atraente. Ousou a apertar um pouco o abraço, deixando-se entorpecer pelo aroma que a pele de Thomas exalava.

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Re: Caldeirão Furado

Mensagem por Thomas Heinrich Adler em Dom Nov 29, 2015 7:45 am



stop the clocks
Na vigente noite, inóspita e soturna, a chuva caía em profusão inclemente. O céu — uma infinita vastidão enegrecida — fora tomado por faixas disformes de nuvens cinzentas das quais gotículas vertiginosas despencavam e riscavam o horizonte esmaecido. E direcionados à esta paisagem hipnotizante, estavam os olhos de Thomas, duas esferas contemplativas, pétreas em um inequívoco gesto de vislumbre. Miravam o panorama externo através da janela embaçada pela implacável umidade londrina. Todo o seu semblante, aliás, parecia dominado por uma fisionomia reflexiva, absorta. Recostado de lado contra o parapeito, os braços entrecruzados entre si, ele mantinha-se inerte naquele paralisado ato de fascínio.

O andamento do estabelecimento prosseguia frenético. Seu principal recinto — preenchido por uma calorosa nuvem de pessoas de uma extremidade à outra — achava-se tumultuado por diversos tons de vozes. Minutos transcorreram assim. Somente então, Thomas — que ainda se detinha na sua particular atmosfera meditativa — desfez-se do estado anuviado, voltou-se para o aglomerado de clientes, e, após inalar uma generosa lufada de ar, tratou de vagar por entre as fileiras de mesas dispostas a fim de retomar o papel de coordenador geral. Enquanto trilhava paulatinamente ao longo do mar de clientes, lançando-lhes cumprimentos em formas de sorrisos complacentes ou meneares de cabeça, a sineta da entrada principal tilintara de súbito, denunciando a chegada de um novo alguém.

Thomas prontamente cessou o caminhar e deu meia-volta; projetou o olhar na direção do sonido. Arquejou ao ver de quem se tratava. A alguns metros adiante, pairando próxima ao limiar da porta, a silhueta vistosa de Juliett fazia-se visível em seu esplendoroso aspecto sedutor. A ruiva detinha uma aura naturalmente envolvente; Thomas parecia perder-se em pensamentos insinuantes sempre que a via. — Juliett... — O fio de voz fluíra através do sorriso embasbacado responsável por esticar debilmente os lábios do loiro. Como se atendesse a seu inaudível chamado, ela veio, encurtando a distância gradativamente, até que os corpos se encontraram em um vívido abraço.
 
As palavras iniciais de Juliett, repletas de entusiasmo cômico, arrancaram um riso jovial do rapaz. — Ora, senhorita, estou a seu dispor para tal ocasião. — Ele a beijou; um singelo contato em seus lábios, breve porém significativo. — Que surpresa deleitosa! Senti sua falta, garota... — Seus olhos exalavam um brilho apaixonante, típico de um sujeito à mercê de sentimentos amorosos. — Agora venha, acompanhe-me. Temos muito o que conversar! — A contragosto, precisou apartar o ardor do abraço para, tomando-lhe apenas por uma das mãos, conduzi-la a uma particular saleta adjacente ao hall abarrotado, onde teriam maior privacidade. A meio caminho do destino, solicitara a um dos funcionários que os servisse com sucos e cervejas Ruddles County.

Dentro do aconchegante recinto, Thomas fechara a porta; o silêncio logo apossou-se dali. Em seguida acomodou a namorada em um dos assentos de uma mesa particularmente vasta para duas pessoas. Ele juntou-se à ruiva, lançando-se na cadeira ao seu lado. Repousou confortavelmente ambos os braços sobre o tampo da mesa para, por fim, direcionar toda a atenção a Juliett. — Estou encantado em vê-la... Mas devo admitir que a curiosidade cresce em mim, pois sua vinda foi inesperada. Alguma razão em particular? — Não havia sinais de malícia na pergunta, apenas uma curiosidade infantil.

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Re: Caldeirão Furado

Mensagem por Juliett Hertz Löhnhoff em Qui Dez 03, 2015 1:39 am

A middle of adventure
Somente a voz de Thomas poderia trazer-lhe sensações tão benévolas e profundas, provocar-lhe um estado entorpecente de paixão que avivava seu âmago. A resposta do rapaz dissipou qualquer angústia que perturbava Juliett, fez desaparecer o temor de que talvez tivesse sido uma ação inconveniente aparecer sem aviso prévio e fez restar apenas aquele sentimento genuíno de entusiasmo; aqueles pensamentos eram incontroláveis, como se a época de adolescente insegura tivesse retornado. O mais breve e casto selar dos lábios arrancara pensamentos completamente antagônico ao sorriso infantil que expressava. — Fico contente de por ter algum tempo para mim, estava com tanta saudade de você – permitiu-se confessar, alargando seu sorriso; suas mãos passaram a percorrer um vagaroso percurso até o quadril dele, sentindo o contorno que já possuía incontestável familiaridade. Juliett não se contrapôs quando o rapaz passou a guia-la para uma distância agradável daquela multidão, buscando uma área de maior privança. Apertou a mão de Thomas um pouco mais forte, sentindo seu coração se dilacerar ao apenas imaginar ter que conter-lhe sobre a intimação de seu serviço.

Em poucos minutos, encontravam-se em um recinto privado e que encontrava-se mergulhado em um silêncio surreal; haviam, enfim, deixado aquela combinação enlouquecedora de várias pessoas falando em tom elevado e poderiam desfrutar da privacidade que lhes era dada. Desuniu suas mãos para que pudessem se acomodar nos assentos disponíveis. A mulher lançou os fios ruivos para o lado oposto de seu ombro, dando-lhe uma visão melhor de seu namorado ao seu lado. Colocou uma das mãos sobre a dele, iniciando uma série de carícias sobre a mesma. — Eu diria que existem vários de motivos de minha aparição surpresa... – respondeu a jovem, entregando ao amado um sorriso amoroso. — Mas principal eu acredito ser a falta que você faz, também queria saber como estar, sabe que fico preocupada com o estresse o qual estar exposto diariamente – dito isso, o cenho de franziu suavemente, mostrando-se um complemento para sua frase final. Sua cabeça inclinou-se de forma que podia encará-lo; o que lhe arrancava maior atenção era seus belos e intensos olhos, que escondiam pensamentos que Juliett nunca seria capaz de decifrar.

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Re: Caldeirão Furado

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