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Gostaríamos de agradecer à alejandro88 criador da skin que foi editada para este RPG. Toda a trama, gráficos do fórum e sistemas tem direitos autorais dados aos administradores que trabalharam para construir tudo isso que é o Rises Of The Darkness hoje, cópias não serão aceitas e denunciadas, caso queiram saber como fizemos algum código ou onde pegamos nos pergunte não roube-os.

Botões por Valhalla Is Our Kigndom, não são permitidos cópias ou tirar seus créditos para uso próprio, por favor respeite as regras.

Parte de nosso contéudo foi criado pela equipe do Hogwarts Is Alive e concedido para uso deste RPG, da mesma forma, caso ocorra de roubos ou uso deste contéudo em outros RPG poderemos denunciar, plágio é crime, crie seu próprio contéudo.

Licença Creative Commons
Este trabalho está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 3.0 Não Adaptada
Outubro
Max 20º Min 13º
Verão é uma das quatro estações do ano. Neste período, as temperaturas permanecem elevadas e os dias são mais longos do que os dias de outras estações. É uma época de muitas chuvas por causa do Sol.

Cabeça de Javali

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Cabeça de Javali

Mensagem por The Author em Seg Jun 22, 2015 3:39 am

Cabeça de Javali
Caminhando pela famosa Hogsmeade, é possível se encontrar vários lugares alegres e com muitas coisas interessantes. Mas ao tomar um certo caminho, fora do principal, que leva até a periferia da vila, é possível se encontrar o famoso, e nem por isso bem visto, Cabeça de Javali. Em uma ladeira lateral à rua principal, em seu topo, é possível ver uma pequena estalagem. Um letreiro velho de madeira desgastado pelo tempo pende sobre a porta. Um suporte de ferro enferrujado carrega a imagem de um cabeça de javali decepada que pinga sangue em uma toalha branca, daí o famoso nome ao bar. O lugar um tanto sinistro é realçado pelo ranger da placa ao vento. Ao entrar pode-se reparar que o recinto se resume em uma saleta suja e mal mobiliada com um cheiro muito forte de algo, que poderiam ser cabras. A iluminação é bastante precária, pois as janelas sujas impedem a penetração de raios solares no lugar, logo, as luzes vem de velas postas sobre as mesas de madeira tosca. Ao caminhar pelo bar, nota-se um chão de pedras, com uma camada de sujeira tão espessa, que dá a impressão de que este é de terra batida, ou barro. O lugar é constantemente visitado por pessoas de caráter duvidoso, tanto que é comum ver indivíduos encapuzados, tentando ocultar a face.

Preços e Produtos

Cerveja Amanteigada - $G 2
Ovomaltine Explosivo - $G 10
Nettle wine - $G 20
Firewhisky - $G 15
Gillywater - $G 10
Hidromel - $G 8
Elf wine - $G 10
Eggnog - - $G 6
Licor de veela - $G 8
Vinho sangue de unicórnio - $G 8

OBS: Colocar as compras em spoiler com valor total.
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Re: Cabeça de Javali

Mensagem por Harry Banks Townsend em Ter Out 20, 2015 2:01 am

Lying to himself

”Estamos aqui com a srtª. Hoodsbrok, falando diretamente do..”, antes do locutor terminar frase o rádio foi desligado, voltou a limpar os copos que estavam postos sobre o balcão, buscando os livrar da gordura deixada pelas cervejas amanteigadas que lhe traziam um enorme desconforto ao sentir aquela textura pastosa do creme em sua mão, a agonia tomava conta do rapaz que de certa forma se arrependia de ter tomado conta daquele velho bar.

– Senhora, senhora, por favor não entra no banheiro masculino. – O rapaz suspirou ao ver que a velhinha acessou o banheiro destinado aos homens criando certo desconforto nos clientes presentes. Hugo, o funcionário que contratou para as noites tendo mais serventia como segurança aproximou-se com um sorriso no rosto e o disse:
– Quer ajuda, Harry? – O homem não negou auxilio do rapaz, fazendo sinal para que ele fosse auxiliar a senhora provavelmente confusa. Harry limpou seu suor com um pano limpo e voltou a arrumar o balcão, mesmo que soubesse ser inútil já que algum cliente daria um jeito de o fazer bagunçar tudo.

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Re: Cabeça de Javali

Mensagem por Charlotte O. Cunninghan em Ter Out 20, 2015 4:03 am



Let’s start
Dooon’t get to close, is dark in side, it’s when my demons hide, it’s when my demons hide…

Assim que seus olhos se abriram, um espectro de luz gerado pelas lâmpadas fluorescentes atingiu sua visão e a deixou turva por um breve tempo.  Charlotte piscou ininterruptamente.  Sua visão se mantinha ineficiente.  Tentou tatear, em busca da varinha, no entanto, sentiu amarras puxarem suas mãos em regresso ao leito onde jazia, apertando-as de tal forma que podia jurar que sentia as veias pulsarem com fervor.

Charlotte Oberyn Cunninghan fora envolvida pela impotência.  Detestava sentir-se desta maneira.  Oras, ela era uma mulher independente e determinada, como alguém ousava testá-la de tal maneira?  Era provável que não deveria pensar estas coisas, e sim preocupar-se com o fato de que não tinha a menor ideia de onde estava, tampouco se recordava onde estivera, e, definitivamente, deveria ter adentrado em alguma situação adversa ao bem.

Um som de um rangido de uma porta a abrir-se atingiu sua audição.

― Olá, Srta. Cunninghan. ― Ela estreitou os olhos e pôde ver um homem trajado de um jaleco alvo.  Nitidamente, tratava-se de um trouxa. ― Está no Hospital Grace, em Londres.  Não precisa se preocupar, que estamos aqui para ajudá-la.

Era um hospital trouxa.  Como diabos fora parar num hospital trouxa? E, principalmente, o que estava ocorrendo?

[...]

Chalortte sabia que estava atrasada para o primeiro dia de trabalho, que deveria, ao menos, demonstrar-se útil para um emprego que teve que suplicar para conseguir.  Entretanto, os contra-tempos surgidos no regresso a sua rotina a manteve um tanto quanto.... Desnorteada? Sim, provavelmente fosse essa a palavra.  Sem mencionar, aquela estranha sensação de estar sendo perseguida, sentindo uma onda gélida percorrer toda a extensão de sua espinha.  Além de não recordar nada além do acidente, se é que poderia chama-lo assim.

Ela meneou a cabeça de um lado ao outro, tentando não pensar no assunto.  Quando adentrou ao Cabeça de Javali, pôde notar o quanto estavam precisando de sua ajuda, o que significava que seu atraso seria notado.  “Droga, droga, droga”, pensava ela, ficando de pontas de pé e tentando avistar Harry.

Uma ruga de cansaço era perceptível num ponto em especifico da testa de Harry.  Charlotte fez uma expressão de desculpa.

― Sinto muito.  Tive que resolver uma coisa. ― Proferia ela. ― Mas prometo que irei compensar.  Não vai se arrepender de ter me contratado.

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Última edição por Charlotte O. Cunninghan em Qua Out 21, 2015 1:30 am, editado 1 vez(es)
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Re: Cabeça de Javali

Mensagem por Harry Banks Townsend em Ter Out 20, 2015 10:52 pm

Lying to himself

Atravessando as portas do estabelecimento entrou uma garota que se demonstrava ser menos maluca que boa parte de seus clientes, seus cabelos não estava desarrumados e suas unhas livres de qualquer fungos que poderiam ser criados por poções, Harry teve epifania algo notar ser sua mais nova funcionária, estava agradecido por não ser como as últimas que trajavam roupas indecentes e tinham bocas tão sujas quanto as barbas de Merlin. O homem levantou o rosto para fitá-la, mesmo com seu breve atraso o fato de ser uma bruxa que aparentava ser normal o assustava menos.
– Boa tarde, Chiara, certo? – Harry apertou a mão da moça e a conduziu para trás do balcão, pela primeira vez estava animado para explicar como funcionava aquele local, já que o Cabeça de Javali era quase um show de horrores nos tempos atuais. – Aqui ficam o local onde são feitas as bebidas para nosso público, tenho que te explicar como prepará-las? Além disso deve por sua varinha próxima as suas mãos, nossos clientes nem sempre são tão amigáveis quanto aparentam. – Ele a advertiu, no mesmo momento Oliver estava levando a moça para fora do estabelecimento tentando defender-se dos ataques que a senhora fazia usando sua bolsa, Harry sorriu tentando fazer com que aquela situação fosse um pouco cômica, o que de fato não era.

– Se os clientes te assediarem de alguma forma só falar com o Oliver... Mas se quiser usar as próprias mãos ninguém lhe impedirá neste estabelecimento. – Harry caminhou para se sentar em uma das cadeiras que ficavam do lado de dentro do balcão e puxou uma para a garota, fazendo sinal para que ela venha. – Por que escolheu este formidável bar para trabalhar? – Questionou a fitando.


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Re: Cabeça de Javali

Mensagem por Charlotte O. Cunninghan em Qua Out 21, 2015 1:27 am



Let’s start
Dooon’t get to close, is dark in side, it’s when my demons hide, it’s when my demons hide…

Charlotte arqueou a sobrancelha direita enquanto sua mão se dirigia cordialmente até a de seu novo chefe.

― Na verdade, é Charlotte.  Mas, prefiro que me chame de Charlie.

Ela o seguiu até o outro lado do balcão e, de soslaio, observava os estranhos fregueses do ambiente.  Pareciam fazer parte de algum experimento mágico que dera terrivelmente errado.  As pessoas detinham peculiaridades assustadoras a Charlie, que outrora teria ficado em choque ao ver a existência de células tão defeituosas da sociedade quanto as que estavam ali, porém, no momento, apenas sentiu uma pena atípica.

Escutou atentamente ao que Harry dizia.  Ele aparentava mesclar a seriedade e diversão, principalmente quando seus límpidos olhos azuis se dirigiram até uma situação bastante...Hum...Diferente.  Charlotte levou os dedos aos lábios, como se o gesto pudesse oprimir a risada que tentava com forças ocultar.

― Bem, não precisa se preocupar. ― Dizia ela, tentando adquirir um semblante confiante. ― Eu sei fazer as bebidas e, caso algum engraçadinho tente me apalpar, digamos que sei me virar muito bem.

Seus olhos adquiriram um brilho malévolo no término da fala, até serem surpreendidos por uma pergunta.  Charlotte sentou-se na cadeira enquanto sua mente divagava em pensamentos.  Nos últimos meses, sentia-se semelhante a um fantoche, uma espécime de boneca a ser controlada pelo destino, onde seu futuro não dependia de suas ações e restritamente ao que sua existência fora destinada a ser.

Charlotte almejava incessantemente desvencilhar-se daquela sensação.

― É complicado. ― Ela passou a língua no canto interno do lábio, um gesto imperceptível, um ato comum em efeito ao nervosismo. ― Digamos, que quando eu souber a resposta, lhe darei.  E quanto a você? Por que virar dono de um bar?   E, ah, não vale dizer que é pela bebida grátis.

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Re: Cabeça de Javali

Mensagem por Harry Banks Townsend em Sab Out 24, 2015 6:36 pm

Lying to himself

Harry estava a espera do momento que encontraria uma mão decepada nas coisas da garota ou que ela não gostasse As Esquisitonas, mas em ambos casos não eram coisas anormais em seu pub, certa vez uma bruxa meio-veela entrou por aquele estabelecimento usando vestes trouxas que a mesma dizia ser um estilo Boho, não durou muito para receber um abaixo assinado da mesma para mudar a decoração do estabelecimento. De certa forma, aquilo que atraiu Harry para o seu novo cargo, mesmo que as vezes fosse assustador.


― Ok, Charlie. ― Respondeu o homem fitando a garota, ele se envergonhou por ter errado seu nome, estava certo para um fato, acreditava que a menina não estava irritada pelo fato, diferente da meio-veela que quase o agrediu por um erro. ― Antes de descobrir que era um bruxo levava uma vida normal longe da cidade de Londres, era um pequeno vilarejo cristão onde qualquer diferença era levada a fogueira, lá não haviam leis ou justiça além das mãos de Deus, eu era adotado e meus sabiam da minha condição, mesmo sem uma varinha meus poderes se manisfestavam por toda parte, minha mãe estava certa, o mundo trouxa é perigoso para uma pessoa como eu, mas eu também sou perigoso para o mundo. Não adiantava quanto bruxo eu era, não me sentia parte dessa sociedade gigantesca, mas este pub é diferente, nossas aberrações são ignoradas, por mais estranhos que sejam, todos somos uma família, e só trabalhando aqui pude entender. ― Me censurei para não passar o resto da tarde falando de minha vida para a minha nova funcionária.

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Re: Cabeça de Javali

Mensagem por Charlotte O. Cunninghan em Dom Out 25, 2015 2:45 am



Let’s start
Dooon’t get to close, is dark in side, it’s when my demons hide, it’s when my demons hide…

Charlotte escutou atentamente ao que chefe dizia. Não porque era sua funcionária, e tampouco porque gostaria de ganhar certo crédito, e sim porque simplesmente interessou-se. O semblante sério que ele adquirira fora o suficiente para despertar sua atenção.
Não soube o que comentar assim que ele terminou de falar. Restringiu-se a acenar levemente com a cabeça, falar algo ininteligível, e, assim, ambos retornaram ao trabalho.

[OFF: Charlotte O. Cunninghan e Harry Banks Townsend não estão mais aqui]
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Re: Cabeça de Javali

Mensagem por Frederick Møesch Heylmann em Qui Nov 26, 2015 12:18 am

Happens in Winter
A
Entrou pela porta da frente do local, para um pub noturno estava extremamente vazio, havia um ou dois homens sentados no salão bebendo um pouco de vodka. O homem tirou seu óculos escuro e colocou sobre o balcão junto ao maço de cigarros que pertencia ao mesmo, um garçom avistou a chegada de Frederick em imediato, questionando-o qual seria o seu desejo. – Quero um de seus melhores whisky. – O atendente caminho para buscar uma garrafa enquanto Frederick  esperava impaciente.
Mortes e mais mortes, pensou ao folhear as páginas do Profeta Diário, os acontecimentos não lhe impressionavam, fazia tempos que esperava este novo governo afundar de vez o mundo bruxo, chegando a situação atual esperava que o pior estava por vir.

– Aqui sua bebida. – Após ser servido o homem começou a beber aos poucos, ainda tendo foco nos feitos de Stefanno que foram estampados na primeira página, haviam mais proibições que melhoras, isto podia ver com clareza. Babaca, pensou ao passar por uma foto do ministro abraçando o chefe do Departamento de Mistérios.  – Meu senhor, traga-me mais uma bebida, por favor. – Mais uma vez pediu o homem ao terminar o seu último copo.

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Re: Cabeça de Javali

Mensagem por Margot W. Furtwängler em Qui Nov 26, 2015 12:42 pm




// you got your hazard lights on now hoping that somebody would slow down. Praying for a miracle. Who'll show you grace?

hazars lights;
 
O encantador e esbelta par de saltos altos adentrava sem mais delongas o ambiente cujo pouco frequentava. A moça que o calçava jamais iria a um lugar como aquele, contudo, por ironia do destino ou pela falta de juízo resolvera tornar aquela a sua primeira experiência, arriscando-se a se infiltrar no ambiente dubitável.
 
 
Haviam apenas poucos homens ali, embriagados em sua maioria. Gastavam seu dinheiro na compra de mais bebidas sem que o vício cessasse, era realmente lamentável que homens perdessem suas vidas por copos de prazer momentâneo. Os risos e olhares que lhe foram lançados assim que adentrara o recinto a intimidaram, pois era a única figura feminina em meio a alguns homens.
 
 
Um dos bêbados levantou-se imediatamente, cambaleando sem que o copo de sua mão caísse ou derramasse sequer uma gota de seu precioso líquido. Sua direção era exatamente a mesma em que Margot se encontrava, provocando a ela uma certa agonia e desespero interno, tendo como prova a aflição de suas íris claras.
 
 
Temia que seu fim se igualasse ao de Hillary, a mulher morta na Travessa do Tranco por um estuprador. Definitivamente, não era aquele fim que esperava para sua vida conturbada e, não seria aquele fim que teria.
 
 
Alongou o pescoço, deixando-o superior às golas do sobretudo negro que a acobertava. Sua postura era invejavelmente exemplar, tendo a coluna ereta e a demonstração de superioridade em cada passo na direção do balcão onde avistava um homem mais jovem do que os outros ali presentes.
 
Atreveu-se a se estabilizar ao lado deste, apoiando os cotovelos sobre a base do balcão e observando o copo contendo uísque ser deixado ali para o cliente. Não se importando em aparentar ter uma má educação, ou até mesmo folgada, Margot moveu seus dedos rapidamente para que se envolvessem na superfície de vidro. Levaram até os lábios avermelhados da mulher o líquido amargo e ardente, deixando que este agisse sobre seu psicológico a fim de fazê-la esquecer sobre quais poderiam ser as formas de morrer naquele pub.
 
- Obrigada, eu realmente precisava disto. – Confessou, suspirando e voltando a deixar o copo onde fora antes colocado. – É estranho ser a única dama por aqui, sabe o quando isto pode ser perigoso? – Os olhos reviraram-se e ela ousou fitar o rapaz ao seu lado, exibindo um sorriso singelo ao perceber que suas idades eram próximas. – Que bom que não é um desses velhos bêbados, me sinto um pouco mais segura assim.
 
Uma risada divertida escapou por entre seus lábios e logo seus dedos passaram a brincar com o copo vazio, balançando-o para frente e para trás. 




Última edição por Margot W. Furtwängler em Sex Nov 27, 2015 1:38 am, editado 1 vez(es)
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Re: Cabeça de Javali

Mensagem por Frederick Møesch Heylmann em Qui Nov 26, 2015 6:21 pm

Happens in Winter
U
ma moça se aproximou do rapaz, Frederick atravessou seu olhar até a mesma, por um momento pensando em ignorar a sua presença, mas não se pareceu algo certo no momento, por sua fala parecia uma garota interessante e inteligente, porém tirou estas conclusões apenas pela aparência da mesma, algo que fazia com certa frequência, evitava falar com muitas pessoas, apesar disto Frederick não reclamava.
– Hillary Schartter, ela não pensou nisto ao andar pela Travessa do Tranco. – Comentou o rapaz sem conseguir tirar de sua cabeça as imagens do corpo apodrecido da loira, tomou mais um gole de whisky para tentar tirar aqueles pensamentos, não tinha sucesso na maioria das vezes.
Ele estendeu sua mão para a moça apertando a palma dela com cuidado, balançou por alguns segundos tentando não machucá-la. – Prazer, Frederick Heylmann, auror legista. – Ao findar a apresentação bebeu o resto de seu whisky, pedindo ao garçom mais uma dose da bebida, o mesmo pareceu hesitar, contudo serviu a bebida ao rapaz. – Garotas bonitas como você geralmente não estão seguras por ai, especialmente durante essas épocas difíceis. – Comentou bebendo o que foi posto no copo ao pouco, o deixando vazio.

– Me fale mais sobre a garota corajosa que tem audácia de enfrentar esses velhos perigosos chamando-os de bêbados. – Brincou, tentando acabar com o clima tenso que se instaurou após o nome de Hillary ter sido citado na conversa.

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Re: Cabeça de Javali

Mensagem por Margot W. Furtwängler em Sex Nov 27, 2015 2:24 am




// you got your hazard lights on now hoping that somebody would slow down. Praying for a miracle. Who'll show you grace?

hazars lights;
 
- Ela certamente possuía uma autoconfiança invejável. – Brincou a morena após o nome da falecida ter sido citado em meio ao diálogo recém-iniciado. Contudo, tornou a emitir sua voz de maneira natural e à vontade. – Ou talvez seus sentidos de loucura estivesse aguçados. – Suspirou por um momento, relaxando seus ombros e criando uma certa tensão entre suas sobrancelhas. – Pobre Hillary, achou que seu rostinho bonito não seria vítima de um maníaco estuprador. – Revirou os olhos, bufando por sentir-se irritada com o caso.


Logo, as íris azuladas pairavam sobre o maior ao seu lado, examinando seu exterior completamente, identificando as marcas de suas roupas e de seus sapatos, por fim podendo admirar a beleza de seu rosto. “Que sorte Margot, além de jovem ele é bonito.” Uma risada baixinha e discreta escapava por entre seus lábios involuntariamente devido aos seus pensamentos. Entretanto, a mão logo fora estendida para tornar o cumprimento recíproco, selando um aperto de mãos com alguns balanços.


- O prazer é todo meu. – Permitiu que seu olhar encontrasse o dele enquanto as palavras eram proferidas, afinal Margot adorava olhar nos olhos das pessoas, desse modo poderia ver um pouco de suas almas, ou talvez tentar desvendá-las. – Sou Margot Weiss Furtwängler, colunista de moda do Profeta Diário. – O orgulho em sua voz era notável, tudo o que queria era aquele cargo e enfim o tinha conseguido.


Apreciou os princípios da embriaguez de seu acompanhante e teve de emitir uma risada. O homem estava virando copos de uísque desde que havia chegado ao local. Processando a fala deste, Margot arqueou as sobrancelhas e o fitou, ainda apoiada sobre o balcão. – Não estamos seguras em nenhum lugar, meu caro. Por isso tenho meus meios de defesa, a sabedoria é uma virtude. – Disse e então exibiu um sorriso sereno para ele, desviando seu olhar ao final.

Dando alguns passos para trás a jovem pode encostar-se em um dos bancos rentes ao balcão. Ali sentou-se e preparou-se para responder às palavras de Frederick, as quais faziam-na sorrir por alguns segundos.

- Esses velhos logo logo estarão doentes e caindo por aí. Cuidar deles será uma tarefa difícil, a qual será deixada para suas mulheres. Já posso até prever como isso irá acabar. – Revirou os olhos e tornou a falar. – Tive uma vida conturbada, porém era proibida de exercer qualquer atividade pela qual fosse apaixonada. Minha mãe morreu ao me dar a luz e fui criada por meu pai e minha madrasta manipuladora, como odeio aquela mulher! – Segurou um dos copos vazios e o bateu com certa força contra o balcão, presumindo que todos a olhavam devido ao barulho feito por seu ato irritadiço. – Me desculpe. – Sibilou, encolhendo seus ombros.

- Me fale sobre você, Sr. Heylmann. Quem sabe nossas histórias possuem algumas semelhanças. – Sorriu pelo canto de seus lábios, voltando a olhá-lo em seus olhos.



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Re: Cabeça de Javali

Mensagem por Frederick Møesch Heylmann em Seg Nov 30, 2015 1:56 am

Happens in Winter
N
ão devemos zombar dos mortos nem de suas escolhas nunca sabemos quando poderemos dar de cara com eles. – Frederick comentou tomando mais um gole de sua bebida, mergulhando o liquido pela sua garganta já não mais seca, obrigou-se a controlar a bebedeira, não podia mais deixar com fosse tomado pelo álcool como antes ocorrerá.
Seus problemas com álcool eram muitos, mesmo que odiasse falar disto pensou por um momento em se abrir com Margot, talvez desabafar fizesse parte do efeito colateral de se estar embebedado.

– Minha vida não é muito interessante, não faço nada além de ficar trabalhando boa parte do tempo e a outra tentando tomar conta da minha família que não é muito grande, além de dar conta de uma garotinha de oito anos, acredite que não é nada fácil isso... – Acabou desabafando infelizmente, não gostava de se abrir com as pessoas, aquilo sempre lhe trazia um constrangimento temporário, mas em sua maioria do tempo bêbado acabava deixando escapar.

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Re: Cabeça de Javali

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