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Gostaríamos de agradecer à alejandro88 criador da skin que foi editada para este RPG. Toda a trama, gráficos do fórum e sistemas tem direitos autorais dados aos administradores que trabalharam para construir tudo isso que é o Rises Of The Darkness hoje, cópias não serão aceitas e denunciadas, caso queiram saber como fizemos algum código ou onde pegamos nos pergunte não roube-os.

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Parte de nosso contéudo foi criado pela equipe do Hogwarts Is Alive e concedido para uso deste RPG, da mesma forma, caso ocorra de roubos ou uso deste contéudo em outros RPG poderemos denunciar, plágio é crime, crie seu próprio contéudo.

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Outubro
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Verão é uma das quatro estações do ano. Neste período, as temperaturas permanecem elevadas e os dias são mais longos do que os dias de outras estações. É uma época de muitas chuvas por causa do Sol.

[FP] Nietchsk, Balthazar Wontt

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[FP] Nietchsk, Balthazar Wontt

Mensagem por Balthazar Wontt Nietchsk em Seg Out 19, 2015 4:25 am

Balthazar
Videira, 26cm, com Núcleo de Escama de Sereiano

História

– Movido pela angústia de um passado atormentador. Um jovem sorridente caminhava pelas ruas vazias de Molching, as luzes enfraquecidas piscavam e deixavam a iluminação precária indicar o caminho. Apressado com aqueles passos firmes no chão, Balthazar tentava chegar o mais rápido possível em casa, pois todo anoitecer sua mãe deixava pronta uma torta diferente, naquela quarta-feira era a de maça e o garoto era apaixonado pela fruta. Destrancou a porta da frente e caminhou meio confuso com a bagunça que estava pelo corredor que levava a cozinha. Uma mancha de sangue atordoou a cabeça do moreno que recuou alguns passos assustado. Seu coração se acelerou de forma que fosse quase possível sair pela boca, o bater de seus dentes e a forma como seu corpo tremia denunciava o espanto e o medo que sentia quando finalmente passou pela entrada da cozinha.

Destruído pela imagem que viu, Balthazar apenas coçou os olhos tentando acreditar no que havia acontecido. Sua mãe estava no chão com os olhos abertos, mas sem sinal de vida. Não se mexia e o sangue criava um rastro de onde tudo aconteceu. A janela estava quebrada, alguém havia entrado e acabado com a vida da pessoa mais importante do alemão. Perdido com os próprios pensamentos e atormentado pela imagem que não saía de sua cabeça, o moreno tentou se concentrar, mas as lágrimas não o permitiram. Assustado pegou o celular e discou o número de seu pai, cujo homem era separado da mulher por motivos de traição, mas nada que deixasse a relação com o filho ausente. A voz de Balthazar saía de forma rouca e soluçando, mas o suficiente para que a pessoa do outro lado da linha entendesse o que estava acontecendo.

A policia e a ambulância não demoraram muito para chegar. As faixas de cores amarela e preta davam início a investigação. O garoto caía de joelhos, seus olhos já não eram fortes o suficiente para ficarem abertos, seu pai tentava o consolar com um abraço e algumas palavras, mas nada fazia efeito. As lágrimas escorriam de ambos os rapazes, mas o alemão ainda tinha que ganhar coragem para depor o acontecido.

Por consequências obvias, o moreno teve que morar com o pai e a madrasta. Sofreu por longos dias, tentando acreditar que aquilo foi real. A relação com o homem nunca foi ruim, mas nunca recebeu a atenção que se era necessária para um desenvolvimento de uma criança. Balthazar tinha apenas nove anos e isso o fez amadurecer muito mais rápido que os outros garotos de sua idade.

Alguns anos depois o trauma já não era um problema. Recuperado daquelas horríveis imagens, Balthazar ia todo mês visitar sua mãe no cemitério onde ela descansava. As margaridas eram as flores preferidas da mulher que o criou, por isso sempre que podia, o alemão levava para agrada-la, mesmo depois de falecida.

Quando completou seus onze anos de idade recebeu uma carta misteriosa indicando um castelo para estudar, ele ficava num lugar bastante confuso então pediu ajuda ao pai, que explicou o que o alemão era. Incrédulo por ser um bruxo, demorou alguns dias até entender que magia sempre o rodeou.


Personalidade

– Ninguém realmente conhece a personalidade de Balthazar. É um jovem perdido num mundo cruel, seus pensamentos são bons e inofensíveis, geralmente fica tentando imaginar boas maneiras de ajudar os outros. Pobre garoto inocente, consegue ser manipulado por ter um coração bom. É dono de uma simpatia admirável, seus olhos transbordam compaixão. É carinhoso e educado, tenta sempre manter a linha de bom rapaz. Dificilmente sai fora do seu mundinho perfeito, em sua cabeça tudo esta indo bem, até mesmo com problemas a sua volta. Não é nem um pouco estressado, consegue ser paciente até nos piores momentos. É extremamente sincero e fala sempre a verdade. Ser gentil é uma característica marcante, gosta de ser visto como alguém que se importa com o próximo, antes de olhar para seu próprio nariz, olha para o dos outros, quer sempre que todos estejam bem. Quer sempre ter alguém para se apoiar nos momentos difíceis. É muito sensível e se magoa facilmente com pequenas palavras, mas evita se demonstrar fraco perante os outros. Sua bondade é sua fraqueza.


Chapéu Seletor

– O frio na barriga deveria ser a coisa mais assustadora para um garoto de onze anos, nada fazia o jovem ficar mais calmo, sabia que dali em diante sua vida mudaria. Depois da morte da mãe, tudo que o menino queria era se tornar alguém que desse orgulho a ela, pois depois de ter a visto partir seu mundo virou de cabeça para baixo. Seus passos eram lerdos, pareciam se arrastar pelo chão frio do salão comunal. O teste do chapéu seletor era o que faria seu lado trouxa se afastar. As influências bruxas de seu pai fez o jovem perceber que poderia ter um futuro brilhante no castelo. Com o corpo trêmulo ficou sentado de cabeça baixa, esperando que seu nome demorasse de ser chamado. A voz calma da mulher e também, vice-diretora daquele lugar soou como um alarme.

Balthazar Wontt Nietchsk! – O coração acelerou e os pelos corporais se arrepiaram. Balançando a cabeça negativamente o menino se levantou tentando chegar no lugar em que a mulher ordenava. Balthazar suspirou diversas vezes até finalmente ficar sobre o banco. Com auxilio da moça que estava comandando o chapéu foi posto na cabeça e uma pontada em sua testa o fez perceber que aquele objeto ecoava uma voz misteriosa, mas que dava a entender as perguntas.

Entre os bruxos de sua idade, o que você acha que há de diferente em você? Acha que isto é algo bom ou ruim? – Disse o chapéu, curioso.

Acho que de todos aqui, apenas eu vi a morte de perto e isso é horrível. – Pronunciou entristecido, mas se recuperou alguns segundos depois. Queria disfarçar a magoa que sentia do passado.

Ao andar pelos corredores de Hogwarts após sair deste salão, o que você pretende encontrar por estas paredes de pedra? – Perguntou o chapéu.

Muitos alunos e muitos mistérios a serem desvendados. – Falou confiante e sorridente.

Se pudesse ter três coisas dentre fama, poder e dinheiro, qual dessas escolheria? Por que acha que esta escolha iria lhe trazer mais felicidade? – Soou sério, dando as opções.

Acredito que entre os três a fama seria o mais interessante. Eu daria orgulho para minha falecida mãe e para meu pai, mostraria que eu posso ser alguém importante. De preferência um professor ou um medibruxo.

Caso surgisse um novo Lord das Trevas e seus amigos se juntassem para combatê-lo, mas sua família se aliasse a ele, de qual lado você ficaria? – Disse o chapéu.

E-Eu não sei, não quero perder ninguém que seja importante para mim. Amigos, família, todos eles são quem me fazem ser feliz. – Gaguejou sem conseguir responder a pergunta proposta.

Se descreva usando apenas palavras que tenham mais de sete letras. Por que as escolheu? – O chapéu lançou o desafio, curioso com as respostas.

Amigável, sensível, medroso, bondoso. Acho que essas quatros me definem por completo, acredito que eu seja uma boa pessoa, quero sempre ajudar todo mundo. – Sorriu depois de responder.

Supondo que após a este dia você tivesse a oportunidade de ganhar fama, poder e dinheiro, mas com isso não poderia mais usar magia na vida, aceitaria esta proposta? – Perguntou o chapéu.

Nunca! Fama, poder e dinheiro não fazem uma pessoa melhor. Se eu nasci para ser um bruxo eu serei e farei por conta própria meu futuro, mesmo que seja difícil. – Respondeu determinado.

Ficou em silêncio na espera da resposta do objeto, queria saber para que casa iria.

Alunos
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Alemanha
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Re: [FP] Nietchsk, Balthazar Wontt

Mensagem por Sectumsempra em Seg Out 19, 2015 6:10 am

Wellcome to Hufflepuff!
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