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Gostaríamos de agradecer à alejandro88 criador da skin que foi editada para este RPG. Toda a trama, gráficos do fórum e sistemas tem direitos autorais dados aos administradores que trabalharam para construir tudo isso que é o Rises Of The Darkness hoje, cópias não serão aceitas e denunciadas, caso queiram saber como fizemos algum código ou onde pegamos nos pergunte não roube-os.

Botões por Valhalla Is Our Kigndom, não são permitidos cópias ou tirar seus créditos para uso próprio, por favor respeite as regras.

Parte de nosso contéudo foi criado pela equipe do Hogwarts Is Alive e concedido para uso deste RPG, da mesma forma, caso ocorra de roubos ou uso deste contéudo em outros RPG poderemos denunciar, plágio é crime, crie seu próprio contéudo.

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Outubro
Max 20º Min 13º
Verão é uma das quatro estações do ano. Neste período, as temperaturas permanecem elevadas e os dias são mais longos do que os dias de outras estações. É uma época de muitas chuvas por causa do Sol.

[FP] Park, Tae Gwang

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[FP] Park, Tae Gwang

Mensagem por Park Tae Gwang em Qui Out 22, 2015 4:35 am

Park Tae Gwang
Avelã, 25 cm, com núcleo de Fio de Cabelo de Veela

História

1974.06.19. Seoul, Coreia do Sul


— Acalme-se, criança! Estamos chegando! — murmurava o homem de pele pálida e rosto acentuado, apressando o passo ao atravessar um beco abandonado e deplorável onde latas e sacolas de lixos estavam reviradas pelo chão imundo. Os braços fortes e musculosos protegiam um pequeno embrulho; uma manta, onde repousava um bebê roliço e sereno, que transparecia dormir tranquilamente.

Em todo o instante, o homem olhava para os lados, semicerrando os olhos a fim de ter uma visão privilegiada do que ocorria ao seu redor. O sobretudo negro esvoaçava a cada passo e, como mantinha todo o seu corpo encoberto, ficaria difícil dizer sua estatura. Apenas era possível afirmar que este era robusto – o homem desconhecido – e, pelos traços másculos e a feição protetora, seria possível afirmar que deveria ser o pai da criança, não passando de seus trinta e poucos anos de idade.

O bebê se remexeu, incômodo, o que fez o homem suspirar. Não possuía condições suficientes de sustentar um recém-nascido, muito mais aquele. Era sua única saída. Ao menos ele estaria protegido e em bons cuidados e, esta linha de raciocínio o acalmava. Cruzou a calçada, deixando um sorriso jubiloso escapar de seus lábios ao perpassar por um poste de iluminação que ornamentava a fachada do edifício pitoresco; uma mulher de vestes longas e postura religiosa o aguardava.

— Joon Soo. — o saudou, mantendo as mãos ocultas detrás de seu corpo. — Esta é a criança? — inquiriu com certa curiosidade, apressando-se para erguer seu queixo e observar o bebê que se mantinha insólito, acomodado no abraço paterno. — Como ele é lindo. — admirou-se, os olhos brilhando de excitação.

— Sim, Eun Bi. Este é o meu filho. — o homem de nome Joo Soo, respondeu, o olhar em devoção voltado à sua prole. — Puxou a mãe, de fato. — debruçou-se sobre o pequenino, depositando um beijo na face imaculada. Àquela altura, não poderia mais voltar atrás. — Cuide bem dele. — soergueu seus braços, deixando que a mulher tomasse o embrulho e o aninhasse contra o peito.

— Dou minha palavra. Cuidarei dele com a minha vida. — e ao dizer estas palavras, ele assentiu, deslizando os dedos pelos poucos fios de cabelos da criança. Sussurrou uma prece numa língua antiga e suspirou, outra vez. A partir daquele dia, já não seria mais seu responsável. O bebê, estaria entregue à proteção da noite.

1985.01.02. Orphanage of Seoul


O ruído do despertador se fez ouvir. Uma mão débil tateou o ar e após tantas insistências, conseguiu engatar o dispositivo e desligar o instrumento. Com um gemido rouco, o garoto afastou o lençol que o cobria, bufando.

— Volta aqui. — teve sua cintura enlaçada, impedido de se levantar. A cortina entreaberta deixava que os raios solares atrapalhassem sua visão.

— Cai fora. — grunhiu, desvencilhando-se dos braços robustos e empurrando o garoto repousado ao seu lado.

Afinal, onde diabos havia se metido aquele bebê? Quem diria; ele teria dado lugar a um jovem de porte magricelo. De longe, o anjinho deixado sob os cuidados da superiora daquele colégio interno de grande renome. Tae Gwang, agora era seu nome e, para a triste realidade, por onde andava, o rapaz precedia a desordem.

Pulou do colchão, procurando por suas vestes esparramadas pelo piso do quarto. Não tardou a encontrar sua bermuda e assim que a avistou, vestiu-a ligeiramente. Às suas costas, ouviu-se um resmungo e encabulado, girou o corpo, observando o outro garoto que ocupava espaço em sua cama, erguendo uma sobrancelha.

— O que é agora? — perguntou ao passo que resgatava a inseparável jaqueta de couro.

— Já vai sair, Tae-hyung? Pensei que tivéssemos um acordo. — o rapaz soltou outro resmungo, amarrando a cara. Também era um garoto atrativo, com beleza exótica; peitoral seco, tal como uma pele delgada. Muitas pessoas achava a relação dos dois estranha, mas juravam ser apenas um bromance, uma amizade inseparável.

— Sim, tínhamos. Mas agora tenho que ir, e vou ouvir aos montes da Eun Bi se me der mal em mais alguma matéria. — rolou os glóbulos, andando de um lado para o outro à procura de seus sapatos. Céus, parecia que um furacão tinha passado por ali.

— Talvez se fosse um pouco mais normal que os outros, não teria a atenção chamada pela superiora a todo instante. — riu o loiro, permanecendo deitado, cruzando os braços atrás da nuca.

Tae Gwang o fuzilou, cerrando o queixo. Odiava ser taxado como anormal e, de quebra, ainda tinha de aguentar todos os problemas psicológicos e comportamentais que advinham consigo desde que se entendia por gente; não conseguia realizar as tarefas com louvor e, no mais tardar, nem mesmo conseguia se comportar como os garotos de sua idade; era impossibilitado de permanecer quieto e odiava acima de tudo, o dia. Era um rapaz problemático, e não tinha vergonha alguma em admitir.

Ergueu o braço direito e ostentou o dedo do meio enquanto saia do cômodo. Não se encontrava no menor clima para aguentar aquelas crises do amigo. E este, era seu humor corriqueiro.

1985.03.14. Orphanage of Seoul


— PARK TAW GWANG!!! O QUE É ISSO?! — Eun Bi gritou, histérica, atravessando o banheiro masculino a passos apressados e arrancando o garoto da bancada de mármore. Sob a plataforma, próxima a pia, uma garrafa de água repousava intacta, assim como uma maçã verde que aparentemente estava estragada, o que era óbvio pelo sei cheiro e sua aparência desgastada, mas Tae não parecia ter percebido.

— O que parece pra você, Eun bi noona? — mordiscou o interior da bochecha e, aproximando-se da freira, soprou um fedor de coisa estragada contra seu rosto. Ouviu-se um estalar e Tae virou o rosto, atordoado. Na bochecha, a marca da palma da mulher ficara gravada; vermelha e dolorosa. — Noona! — e outra bofetada marcou o lado inverso da face do menor.

— SEU PAI LHE DEIXOU SOB MINHA TUTELA! NÃO IREI ADMITIR ESSE TIPO DE COMPORTAMENTO DENTRO DESTE LUGAR. — ao olhar de terceiros, aquela nem mesmo parecia ser a superiora do orfanato; Eun Bi, em sua maioria, adquiria um semblante calmo e complacente. Nas raras ocasiões, sua cólera só era despertada em extremas circunstâncias – Tae Gwang era uma delas. Afinal ela prometera cuidar do garoto com a própria vida, talvez ela levasse comida estragada bem a sério.

— MEU PAI ME DEIXOU SOB SUA PROTEÇÃO? E ONDE ELE ESTÁ AGORA? AAAAAH! CLARO. DEVE ESTAR COM UMA NOVA FAMÍLIA. — a voz elevava-se duas ou três escalas, tentando sobrepor-se à da mulher. Com supetão, o adolescente puxou o seu braço, livrando-se das garras de Eun Bi. Seus olhos a fulminavam, como se pudessem desintegrá-la instantaneamente.

— Eu não quero saber. — a superiora ergueu sua mão, como se desse um basta naquela conversa. — Estou cansada de suas atitudes. Este é um ambiente de ensino e o lugar mais seguro para você; seu comportamento não seria tolerado lá fora, como eu o tolero aqui dentro. — surpreendentemente, a mulher retornou ao seu habitual tom calmo, como se estivesse convicta de que já teria ganhando a discussão. Voltou-se para Tae Gwang com um olhar maternal, suspirando. — Sei que sente falta de uma companhia familiar, Tae. E sei que está descont...

— CALA A BOCA! — gritou o rapaz com toda a autoridade juvenil, erguendo os palmos até os ouvidos, como se aquelas palavras o ferissem – e de fato, feriam. Seu semblante, de furioso passou a ser bestial, irreconhecível. Ergueu um dedo para Eun Bi e cuspiu todo o seu ódio através de ameaças. — SE VOCÊ CONTINUAR, EU VOU FUGIR EUN BI! — a mulher arregalou os olhos, horrorizada. — E VOCÊ SABE QUE EU TENHO CORAGEM, NÃO SABE?

— Você não sabe o que está falando. — o garoto franziu a sobrancelha, encarando a faceta sombria ostentada no rosto de Eun Bi. — Há coisas piores no mundo lá fora. — suspirou, exausta, colocando o palmo contra os lábios, impedindo-se de falar qualquer outra coisa a mais.

— O que você quer dizer com isso? — inquiriu Tae Gwang, aproximando-se da mulher, desconfiado. Mas não obteve respostas; ela se mantinha calada, apenas o olhando – um misto de pena e pavor. — O QUE VOCÊ ESTÁ ESCONDENDO DE MIM? — tornou a gritar, perdendo completamente a paciência. Eun Bi virou as costas e deixou o toalete, e um jovem muito confuso. — EU IREI DESCOBRIR, EUN BI, SEJA LÁ O QUE FOR! — gritou, furioso e em um ato solene, arrebatou a garrafa de água do balcão de mármore e a atirou contra o espelho da pia.

1985.11.09. Suseo, Gangnam District


O ronco do motor aumentava à medida em que o veículo adquiria velocidade. A autoestrada encontrava-se deserta e, excedendo-se pelos três passageiros resguardados no interior do carro prata, a viagem não poderia ser mais tranquila. Ao longe o sol crepitava, irradiando em tons de dourado; seus raios atravessam o para-brisas, deixando o moreno desconcertado. Jhonny, o melhor amigar de Tae sorriu, umedecendo os lábios.

Desde a fuga do internato, faziam-se cinco dias que estavam na estrada, vivendo de fast-food e dormindo em paradas, dentro do carro. Usufruindo do dinheiro furtado.

— Bom dia, bela adormecida! — debochou o amigo, e o moreno abriu os olhos, fuzilando-o – o terrível mau-humor em seu ápice. O som da música pesada munia o interior do transporte, e os vidros fechados apenas serviam para deixar a musica ainda mais alta, abafando qualquer tipo de conversa que os dois poderiam ter.

Pronto para dizer umas poucas e boas, Tae Gwang se reconfortou no banco do passageiro, aprumando a postura. Preparou-se para gritar com o amigo para que ele abaixasse a música, mas um vulto enegrecido assolou o veículo em meio à pista deserta. O mais moço arregalou os olhos, perplexos, enquanto a massa sombria encobria o carro e o puxava pela sua traseira.

— CUIDADO! — gritou em plenos pulmões, mas tudo o que se sucedeu foi um estrondo e o carro capotou no meio da avenida, refreando em inércia até bater contra um tronco de uma árvore robusta e explodir.


●●●



Outra vez o silêncio se fez presente. À beira da estrada, os escombros da cena aterradora que se desencadeara ali horas antes. O sol se punha e a lua agora comandava os céus tingidos de um cinza escuro; sem nuvens, sem estrelas. Do outro lado da pista, uma figura encapuzada andava, atravessando o asfalto com a mais plena elegância e paciência possível.

Ouviu-se um choramingo, e do lado oposto do capô, Taw Gwang despertou, sufocando. Ele havia sobrevivido? Sentou-se na grama, capturando o máximo de ar que podia; da beirada do automóvel, onde outrora deveria estar o motorista, filetes de sangue deslizavam pela lataria trucidada, empoçando no calçamento.

— Garoto idiota! — a estranha sibilou, puxando o moreno pelo braço e fazendo-o ficar de pé. Tae Gwang gemeu, apoiando-se na mulher desconhecida; seu rosto oculto pelo capuz da capa negra que vestia. — Poderia ter morrido, se não fosse filho de quem é.

Ele apenas a escutava, atordoado, enquanto tratava de acariciar a contusão no joelho. Mordeu a língua, impedindo a si mesmo de liberar uma série de insultos contra aquela criatura. Quem ela era afinal? E com que direito o tratava daquela maneira? Bufou, mancando até as proximidades da avenida, olhando de um lado a outro.

— Onde pensa que está indo? — guinchou a estranha, tomando-o novamente pelo braço e o arrastando até o lado oposto ao do acidente. — Você vem comigo, bruxo. E nem tente mais uma de suas gracinhas, estou farta de suas atitudes. — semicerrou os olhos, ainda mais confuso. Ela já o conhecia? Indagou em mente e com um ato muito ousado, arrancou o capuz da cabeça daquela mulher, boquiaberto quando sua identidade fora revelada.

— Eun Bi?! — em osso e pele; embora esta, mais pálida que o normal. A bruxa sorriu, protetora, e continuou a arrastá-lo até um cercado, ao pé de um longo muro. Árvores cresciam em abundância do outro lado. — I-isso é impossível!

— Nada é impossível em nosso mundo, Tae Gwang. — ironizou a Bruxa, Eun Bi, segurando-o pelos ombros. — Você é um Bruxo, garoto, entenda. Há sangue mágico em suas veias. — ela o encarava com tamanha intensidade e confessava com todo o alívio, como se aquelas palavras estivessem presas em sua garganta há anos, que era difícil deixar de acreditar. — Nunca se perguntou por que era tão diferente dos outros jovens da sua idade? No orfanato, porque será que te perseguiam e sempre se metia em encrenca? — ele não soube responder.

— Você só pode estar louca! — murmurou, negando a verdade. Ele? Um bruxo? Sim, sabia o significado do termo. Eun Bi, não era apenas a governanta, como também lecionava ocultismo; e outras coisas que acreditava, os assuntos preferidos do rapaz ministrados durante as aulas. — Magia não existe! — retesou o rosto, perplexo. Não era crédulo, não podia acreditar.

— Então veja por sua própria conta. — Eun Bi riu, e apontou com o queixo para a cabeça do garoto. Instintivamente, Tae Gwang ergueu o rosto, bem a tempo de ver frutas aparecerem em quase todas as árvores. — É um prazer ser sua protetora, Tae Gwang.

Muita informação! O cérebro dele gritava, sobrecarregado. Talvez fosse o excesso de conhecimento ou a fraqueza por ter se acidentado horas antes, mas fora inevitável um desmaio. O garoto perdeu a consciência, arrancando suspiros exasperados da Bruxa. No fundo, por mais trabalhoso que tivesse sido, tinha cumprido seu papel com excelência – protegera o bruxo; e por sua causa, Tae Gwang despertou dias depois, em segurança, em um quarto escuro e úmido.

1985.11.16. Caldeirão Furado, Londres


Não sabia como tinha chegado alí, vasculhou o quarto rapidamente com os olhos e pôde perceber um pequeno pedaço de papel posto sobre um criado mudo de mármore. Abriu o papel as pressas, lendo em voz baixa as palavras contidas. Sua cabeça doía, lembrou do que aconteceu na última noite em que estava consciente e percebeu uma lágrima caindo ao ter a memória de que o melhor amigo tinha morrido, junto com o motorista que os ajudará.

Sabia que Eun Bi o encontraria novamente, as informações contidas no papel estavam claras e logo ao lado uma carta. Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts se lia no centro da parte exterior da carta. Leu as informações atentamente, demonstrando hora ou outra certa confusão com tudo que se passava. Ao terminar olhou fixamente para a porta, finalmente ouvindo barulhos, estava cansado de tudo aquilo. Reuniu confiança e se juntou aos demais que se reuniam na bagunça do outro lado da porta. Torceu apenas para que Eun Bi estivesse lá.

Obs:
Peço desculpas pela história resumida e, principalmente, por ter desenvolvido poucos fatos; quero trabalhar melhor com o personagem no decorrer de sua trama. Espero que possam compreender.





Personalidade

A dubilidade de Taw Gwang tornar-se múltipla perante as diversificas situações de seu dia a dia. Às vezes transmuta uma carapaça repleta de felicitações e de cunho sonhador, atraindo olhares de admiração e colapsos de consentimento mútuo - o que é o mais corriqueiro de se vislumbrar, visto que inabalável, dificilmente deixa-se levar por caminhos que o tirem de seu sério. Por outrem, reveste uma faceta de cinismo e egocentrismo exacerbado - duro, frio, vingativo, impetuoso, amoral, compassivo, surrealista, imponente, inultrapassável. Embora protetor e fácil de se entrosar, dificilmente deixa-se levar por laços afetuosos demais e, por mais incrível que pareça, prefere apenas edificar sua postura na zona a si designada.




Chapéu Seletor

Estava impaciente com a situação. Fazia parte de um grupo que circundava um banco e posto ao lado dele uma mulher segurando um chapéu velho. Observava algumas pessoas caminhando até o banco ao ouvir seus nomes, a maioria se assustava quando a moça colocava o chapéu sobre suas cabeças.

Tinham explicado ao rapaz o que estava acontecendo, que tudo isso era para selecionar e enviar você para um certo grupo de bruxos com os quais viveria como família. - Park Tae Gwang! - Estava quase desanimando quando ouviu o nome. Caminhou com passos largos até o banco e acomodou-se até que a mulher colocasse o chapéu sobre a cabeça do garoto. Percebeu o chapéu se movimentar sobre a cabeça, resmungando e bufando algumas vezes. Era um incômodo ter aquele trapo ali. Ouviu a pronúncia do chapéu quando lhe fez a primeira pergunta.

"Entre os bruxos de sua idade, o que você acha que há de diferente em você? Acha que isto é algo bom ou ruim?", foi quase automático, o garoto se moveu desconfortável no banco com o leve susto que tomara graças ao chapéu. Abriu a boca para responder adequadamente assim que se ouviu o silêncio. "Eu não acho que exista bruxos da minha idade que seja tão diferente de todos os outros, afinal somos todos muito jovens para ter alguma grande diferença que nos torne tão únicos." Respirou fundo ao terminar de falar, esperando ansioso para o que o chapéu ainda tinha para falar.

Ao andar pelos corredores de Hogwarts após sair deste salão, o que você pretende encontrar por estas paredes de pedra?, manteve-se quieto por um tempo, não sabia como responder essa pergunta. Não sabia o que o chapéu esperava ouvir, o que o deixava preocupado. "Eu sinceramente não sei como responder essa. Mas isso é o incrível, certo?'' Não estava satisfeito com sua resposta, e também pensava que o chapéu achava o mesmo.

Se pudesse ter três coisas dentre fama, poder e dinheiro, qual dessas escolheria? Por que acha que esta escolha iria lhe trazer mais felicidade?, Sorriu ao ouvir a pergunta, isso era algo em que apenas tolos dariam uma resposta óbvia. ''Fama! Pense bem, com a fama vem o dinheiro e com o dinheiro o poder.''

Caso surgisse um novo Lord das Trevas e seus amigos se juntassem para combatê-lo, mas sua família se aliasse a ele, de qual lado você ficaria?, era uma pergunta complicada com uma reposta complicada, manteve a atenção no chão para não capturar os olhos de ninguém. Declamou a resposta baixinho, para que apenas si mesmo e o chapéu pudessem ouvir. ''Bem, eu não tenho família, então logo não poderia escolher ficar com eles. Meus futuros amigos poderiam se tornar essa família que eu não possuo, então para sua reposta eu escolheria meus amigos e lutaria ao lado deles.

Se descreva usando apenas palavras que tenham mais de sete letras. Por que as escolheu?, mordiscou o lábio, envergonhado com a pergunta. Não conseguia se elogiar, não conseguia ver na verdade um único ponto positivo em si mesmo. ''Temperamental. Estressado. Sentimental. Acho que não sei o significado de nenhuma delas, mas acho que são essas aí.'' Piscou repetidas vezes, o corpo estava esquentando e podia sentir as orelhas fervendo com a constrangimento.

Supondo que após a este dia você tivesse a oportunidade de ganhar fama, poder e dinheiro, mas com isso não poderia mais usar magia na vida, aceitaria esta proposta?, Após tudo que já tinha passado até alí não poderia trocar a única coisa que o fazia especial por algo tão comum quanto dinheiro, fama ou poder. ''Definitivamente nenhum. Escolheria a magia.

Após responder a esta última pergunta, o chapéu seletor berrou por todo o salão o nome do rapaz e em seguida a casa a qual pertenceria de hoje em diante. Um grito e salva de palmas começou após as palavras do chapéu.

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Park Tae GwangCasa de Gryffindor

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Re: [FP] Park, Tae Gwang

Mensagem por Obliviate em Sex Out 23, 2015 1:05 am

Wellcome to Gryffindor!
"You might belong in Gryffindor, Where dwell the brave at heart, Their daring, nerve and chivalry Set Gryffindors apart."




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